Imunoglobulina Anti RH- Grávidas RH Negativo

Olá!

Você sabe o que é Imunoglobulina Anti RH?

Calma que a gente te explica.

A Imunoglobulina Anti RH é um anticorpo pronto usado para prevenção de eritroblastose fetal (ou doença hemolítica do recém-nascido).  Esta doença é muito grave e pode causar a morte do bebê no útero ou após o nascimento. Grávidas com RH negativo devem ser imunizadas em até 72 horas após o parto para prevenir problemas em uma próxima gravidez. Em caso de sangramento ou aborto a imunização também é necessária.

Os plano de saúde geralmente cobrem a “vacina” após o parto, mas em outras situações em que ela é necessária, como sangramento e aborto, é preciso adquirir o medicamento.

Na Unimed o valor da Imunoglobulina é de cerca de R$ 320. Você poderá adquirir em drogarias, ( que geralmente tem um custo menor) com a prescrição médica, mas o anticorpo só poderá ser aplicado em hospitais. Então, dirija-se a um hospital público ( uma unidade de pronto atendimento por exemplo) para fazer a aplicação. O anticorpo deve ser conservado em geladeira sem ser congelado. De preferência na parte de baixo onde ficam as verduras, em cima. Quando for levar para a aplicação, colocar me uma caixa de isopor com gelo. Preste muita atenção na validade também. Na rede pública de saúde aqui em BH eu sei que não é oferecido, pelo menos me informaram assim.

Lembrando que este anticorpo é para grávidas com RH negativo em situações específicas.

Então mamães fiquem atentas com relação ao seu tipo de RH. Antes de tentar engravidar, converse com seu ginecologista a respeito.

Saiba mais sobre RH negativo e gravidez Aqui

 

♥♥

 

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Ser mãe não é ganhar sempre…

Olá!

Uma vez vi um post nas redes sociais que dizia que ser mãe é abrir mão de tudo sem perder nada!

Tá. Abrir mão de tudo ou quase tudo eu concordo, mas ser mãe é perder muita coisa sim! Claro que é ganhar infinitamente mais,porém as perdas acontecem.

O grande problema na minha opinião de muitas mulheres que almejam a maternidade é pensar que suas vidas continuarão da mesma forma .Eu digo com toda a certeza que isto não vai acontecer!

As coisas mudam sim e nem sempre para a melhor. Sacrifícios diários do nosso “EU” são necessários nessa jornada. E eu não estou falando de noites mal dormidas ou fraldas sujas de cocô para limpar. Isto é o de menos.

Para mim o que mais assusta é saber que você é responsável por um serumaninho (ou mais) 24 horas por dia, 365 dias por ano. É ter literalmente o coração batendo fora do peito!E isto ás vezes dá um bug na cabeça que demora para voltar a funcionar.

Uma mãe do grupo que eu participo fez um post falando que há muito tempo ela não se sentia mulher  e não somente mãe. Este talvez é para mim o maior desafio da maternidade: se doar o tempo inteiro, abrir mão de muita coisa, deixar sua vida parada por um tempo, em stand by. Não somos acostumados a servir, a nos entregar para outra pessoa dessa forma.

Casamos para sermos felizes… Temos filhos para nos realizarmos…

Então até começar a entender que não é nada disto, o caminho é cheio de incertezas e desafios e muito, muito aprendizado!

Mas eu acredito de coração que vale muito a pena!! Sempre vale!! E que no fim das contas, o saldo é positivo!

Então vamos caminhando nessa aventura boa (e louca) que é ser mãe!

♥♥

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Sobre perdas e recomeços…

Olá!

Dia desses eu fui a  emergência  de um hospital (está tudo bem comigo,rsrsrs). Tive que esperar horas para ser atendida. E observa daqui, observa de lá, vejo um casal na área de ginecologia, onde eu também esperava atendimento. Eram bem jovens, a moça muito bonita. Estavam com uma pastinha na mão com alguns exames que eu logo identifiquei ser de beta HCG (que detecta a gravidez). Gente, eu sou muito observadora. Já viram né.

Tempos depois a moça  é chamada para fazer um ultrassom. Logo, eu preciso ir a recepção para perguntar algo, quando vejo que ela  começa a chorar quando a recepcionista pergunta se o ultrassom já ficou pronto.

Naquela hora, percebo que algo muito triste aconteceu. Fiquei sabendo que o bebezinho daquele casal estava sem batimentos cardíacos.

Desde então aqueles jovens não me saem da cabeça. Fiquei pensando neles chegando em casa e se deparando com o vazio. Fico pensando nos muitos planos que já haviam feito para aquele bebezinho que era ainda uma minúscula  “sementinha de papoula”. Possivelmente já haviam anunciado a gravidez para os familiares e até mesmo amigos mais próximos, quem sabe até comprado ou ganhado algum presente para o bebê, escolhido os possíveis nomes…

A vida é assim… Marcada por alegrias e perdas inesperadas. Por testes positivos,  betas quantitativos, ultrassons silenciosos e disgnósticos frios…

Possivelmente eu nunca mais verei aquele casal mas eu espero do fundo do meu coração que sejam agraciados com uma nova gravidez, com resultados positivos, com lindos e fortes batimentos cardíacos, com chá de fralda, com risadas e brinquedos espalhados pela casa…

Que a esperança floresça na vida de vocês!

♥♥

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A hora certa de ter filhos…

 

“Qual a hora certa de ter filhos?

A melhor hora para ter filhos é …

NUNCA!!!

Eles choram o tempo todo, sem parar. Eles nunca dormem,falam pelos cotovelos e acabam com tudo o que você tem. Com o seu tempo,seu foco,sua paciência e o seu sono também. Com tudo!

E aí não sobra nada para você!

Mas hoje cedo, meu filho acordou com o narizinho dele colado no meu. Ai que narizinho gelado!

Aí ele falou:

” Mamãe,acorda!”

Ele colocou o C pela primeira vez no : Mãe Acorda!

Antes era : Mãe, atorda!

Ele falou o C direitinho!

E eu fiquei toda orgulhosa!

É uma alegria desenfreada e irracional. E esse é o motivo para a gente ter filhos porque se for para esperar pelo momento certo,esse dia nunca vai chegar.

Pode crer…

 

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Extraído da série Greys Anatomy ( Site Oficial)

 

 

 

O casamento e a festinha

 

Olá!

Mães que não trabalham fora e se dedicam integralmente a cria e ao serviço de casa costumam quase ter um ataque quando são convidadas para algum evento.

Me arrumar… Ver gente… Conversar com pessoas que tenham mais idade que meu filho… Me sentir um ser humano…

 Estas são algumas das possibilidades que passam por nossas cabeças.

Dia desses meu marido foi convidado (eu fui convidada por tabela) para dois eventos em um mesmo dia : Um casamento de uma colega de trabalho e uma festa infantil.  Ele me perguntou qual a gente deveria ir.

Pessoas, eu amo fazer festinhas para a minha filha, para meus sobrinhos. Aqui no blog tem até uma sessão chamada : Vamos ter uma Festinha que mostra as festas lindas que as mamães fazem para seus serumaninhos. Porém eu tenho que confessar uma coisa: Eu tenho trauma de festa infantil, principalmente estas em buffet, cheias de brinquedos por todos os lados, música alta e um monte de crianças correndo e gritando.Meu Deus, chega a dar taquicardia!

Além do mais, depois que você tem filho, o máximo que você vai conseguir é correr atrás da cria o tempo todo enquanto o maridão está lá sentadinho conversando com os amigos.

Mas como eu não queria ser egoísta (até mesmo porque ele tinha me levado em uma festa da minha família dias antes e era outra festa infantil, assim, ia ser uma overdose de festinha). Detalhe: Não fiquei nada na festa, passados trinta minutos, eu já estava surtando.  Sendo assim,emiti minha opinião, na torcida para que meu marido escolhesse o casamento que não é dos eventos mais animadores para ir, mas que se mostrava menos traumático.Ia ser somente a cerimônia,não ia ter festa. Achei ótimo. Queria apenas ficar sentadinha por algumas minutos, ouvindo o padre falar e só controlando a Helena, que diante da falta de estímulos,iria pegar no sono rapidinho.

Imaginem o que meu marido escolheu????

A festa de aniversário!!!!!

Putz! Me arrumar toda para correr atrás da cria!

Resumo: Não comi nada, me estressei com as pirraças da Helena e fui para a casa contrariada com vontade de quebrar aqueles malditos brinquedos que fazem você quase ter um ataque do coração cada vez que seu filho quer subir neles.

Vou dar uma dica para os maridos de plantão: Não levem suas esposas para festas infantis. Levem para fazer compras, para um spa maravilhoso,para um show daquela banda que ela adora, para fazer compras no shopping com tudo pago por vocês!

Mães precisam sair um pouco desse universo infantil as vezes,precisam ouvir música de adulto,comer comida de adulto, conversar com pessoas que já possuam todos os dentes na boca ou pelo menos ficar sentadinha durante algumas horas sem fazer nada! Isto sim é luxo!

Elas vão ficar super felizes, eu garanto!

♥♥

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Porque competimos? O mundo materno não é um ringue.

Olá!

Nunca fui uma pessoa muito competitiva. Eu sou daquelas que aceita sim terminar com a briga sem vencer. Isto muitas vezes me trouxe certos problemas,mas na maioria das vezes me livrou de situações piores como por exemplo a perda de uma amizade.

Quando eu entrei no mundo materno,há três anos atrás,  percebi que se existe um bicho mais competitivo do que mãe, eu desconheço. Mães competem por tudo e por  nada!

Quem faz a comidinha mais saudável… Quem amamenta a cria por mais tempo… Qual bebê engatinhou primeiro… Qual andou…. Qual falou… Quem é a mãe que brinca mais tempo com o filho… Quem desfraldou primeiro… Quem vai aprender a  ler primeiro… ? Quem faz a festa de aniversário mais bonita…

Os filhos crescem, a competição continua.

Quem entrou na faculdade primeiro… O primeiro a casar… A comprar um carro,uma casa… A te presentear com um netinho?

É muito comum posts de  mães enaltecendo os feitos de seus filhos o tempo todo nas redes sociais. A criança fez algo considerado precoce, lá está a mãe toda orgulhosa da cria…

Mãe é bobona mesmo, então uma vez ou outra a gente vai se prestar a este papel e não tem nada de errado com isto. O problema é a falta de empatia… Aí a coisa fede mais que fralda suja de cocô.

Outro dia uma mãe toda preocupada com sua filha de um ano e quatro meses que ainda não anda, fez uma postagem em um grupo que eu participo. E dá-lhe comparações cheias de veneno materno.

“A minha filha começou a engatinhar com quatro meses e hoje com onze meses só falta voar. Mas não preocupa não, cada criança tem seu tempo”.

Meu Deus, a outra mãe lá toda preocupada com a filha e a abençoada posta um comentário desses! Claro que eu retruquei né. Capaz que ia deixar passar em branco.

Depois fui no perfil da mamãe que fez o post sobre a filha e deixei uma mensagem inbox, contando da minha experiência com  a Helena, que andou  aos 18 meses e deixando uma sincera palavra de conforto:

Logo sua filha estará correndo para todos os lados mamãe. Quando isto acontecer, me conta,tá…

A moça ficou tão feliz, me agradeceu. E eu fiquei mais feliz ainda porque sei o quanto é horrível as pessoas compararem seu filho com o filho da fulana. Eu mesma já ouvi tanta coisa.. Hoje simplesmente abstraio e faço aquela cara de estátua.

Aqui não é uma competição de qual criança faz isto ou aquilo primeiro…

O mundo materno não é um ringue…

Mais empatia… Menos desamor…

 

 

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♥♥

Festinha 3 aninhos da Serumaninha Helena ♥

Olá!

Minha serumaninha fez três anos no último dia 22 de março. Resolvemos comemorar mais uma vez em família com uma festinha simples em casa (na casa da titia). Convidei os avós, tios e primos. Os tios e primos do interior não puderam vir infelizmente.

Para a decoração eu aluguei alguns provençais no estilo Pegue e Monte,super prático. Tentei fazer um painel de papel de seda imitando um muro inglês que não deu certo (não colava na parede,hahaha) e acabou indo parar no chão, virou tapete. O arco de balões virou um “arco desconstruído” por pura falta de habilidade da pessoa aqui. (No You Tube parece tão fácil). Mas no final até que ficou bem bonitinho.

Fiz uns docinhos (não sou muito boa nisto, já falei aqui), alguns tubetes com balinhas, mousse de laranja (receita de uma amiga) e gelatina (que ficou mole, hahahaha). Deus do céu, a pessoa não sabe fazer uma gelatina que preste. A ideia era fazer algo diet para minha sogra, já que ela é diabética. Bom, mas o que vale é a intenção.Encomendei uns salgadinhos na padaria aqui perto de casa  e comprei uns refrigerantes.O bolo foi feito mais uma vez por meu cunhado, que é mestre nesta arte! Ficou uma delícia!

No final das contas o que importou mesmo foi ver a carinha de felicidade da minha serumaninha e reunir minha família mais uma vez para agradecer a Deus pela vida da Helena!

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E você? Quer que a festa do seu serumaninho apareça aqui no blog? É só entrar em contato com a gente. Vamos adorar!

 

♥♥

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A loucura do YouTube!

Olá!

Minha filha tem três anos e já tem suas You Tubers preferidas. Meninas com pouco mais de idade que ela e que possuem milhões de seguidores nas redes sociais. A culpa de ela gostar de assistir estes vídeos é toda minha que em algum momento recorri ao celular para ajudar a calar uma birra ou para conseguir fazer alguma coisa como por exemplo escrever para o blog.

Ela fica bem pouco assistindo a esses vídeos, mas mesmo assim não tem como não deixar de prestar atenção nos excessos de publicidade (sim,porque não sejamos inocentes de achar que são meros vídeos caseiros) e de exposição das crianças.

Agora mesmo vi um vídeo que me deixou um pouco chocada. Uma menina de 5 anos numa cama de hospital se recuperando de um choque anafilático segundo a mãe. A mãe contando que a filha desmaiou, que o que teve foi sério e enquanto isto a criança ficava ali tendo que falar e sorrir para a câmera e dá-lhe hashtag #rumo aos três milhões de inscritos.

Fico pensando o que passa na cabeça desses pais  para gravar vídeo até mesmo quando os filhos estão doentes. Tudo para alcançar mais likes e consequentemente dinheiro. Não vamos nos enganar povo: Ninguém faz vídeo no YouTube para nada. Ter milhões de inscritos dá dinheiro  sim!

Fiquei com pena daquela criança e de toda a sua inocência diante das câmeras alheia ao real motivo daquela gravação. Em outro vídeo não menos de mal gosto, ela aparece no dia da vacina, com direito a close na hora do choro e tudo mais. Sem se dar conta,ela já é aos cinco anos uma das muitas “celebridades do You Tube”.

Em que mundo estamos vivendo em que a corrida pela “fama virtual” está ultrapassando todos os limites? Espero que essa menininha se recupere logo e que possa ter seu direito de ser criança, de não gravar vídeos o tempo todo, de não ter sua vida exposta 24 horas por dia.

Que assim seja!

 

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Pixabay 

Dica de atividade para crianças

Vamos de atividade?!

Um dica da nossa colunista Ceia Morais para você trabalhar a parte sensorial do seu serumaninho ou para quem é professora e está buscando uma atividade supimpa para trabalhar em sala de aula:

Quem te chamou?

Objetivo:

Com essa atividade pretende-se trabalhar aspectos sensoriais, especificamente a audição, assim como noção de esquerda e direita.

Tempo:

Indeterminado.

Materiais:

Faixa para vendar os olhos

Organize as crianças em uma roda. No centro, deixe um aluno (a) com os olhos vedados. Escolher um aluno da roda para falar o nome do aluno que está no centro. O aluno que está no centro, deve reconhecer quem o chamou e onde está essa pessoa, ou seja, do lado esquerdo ou direito. O professor pergunta: Quem te chamou? De que lado está?

“Uma atividade sensorial é qualquer brincadeira focada na incorporação e engajamento dos sentidos, ou seja, no estímulo da visão, tato, olfato, paladar e audição. Quanto mais a brincadeira exigir a percepção sensorial da criança, melhor será para o desenvolvimento cognitivo, emocional, linguístico e social.”

 

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Apresentação2

O Livro que eu Li- Quem soltou o Pum? #dicadelivro

 

Olá!

 

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Vocês estavam ansiosos pela dica de livro  do mês da nossa colunista Ceia Morais? Pois podem ficar tranquilos que ela chegou!

Quem soltou o Pum é um livro muito divertido da autora Blandina Franco com ilustração de José Carlos Lollo. Uma ótima dica para você ler para/ e com seu serumaninho.

 

Vamos lá?

 

Quem tem cachorro já deve ter perdido um tempo para encontrar o nome ideal para dar a seu bichinho. Tem cara de… Enfim, o nome é importantíssimo. Eu já tive a Jully (nome fofinho) e hoje tenho o Blade (embora seja referência ao “caçador de vampiros”, só caça mosquito mesmo. Não pode ver um que sai correndo atrás). Eu tinha uma vizinha (lá na Rua um) que chamava o seu cachorro de “tio tio” e eu ficava me perguntando de onde ela tirou esse nome (confesso que eu relacionava o nome ao vocábulo “tio”, isso mesmo, um tio, irmão do pai ou da mãe da gente, e ficar falando tio tio era estranho. Pelo menos pra mim). Meu esposo teve o Tal Tal, assim chamado porque, na opinião do seu dono, o cachorro se achava o “tal”. Quanta imaginação!

Entendendo ou não o motivo de tais nomes, a verdade é que cada um dá o nome que quiser para o seu bichinho de estimação. Mas cá entre nós, nem em meus melhores sonhos eu teria imaginado um cachorro que atendia pelo nome de “Pum”. Sim, você não entendeu errado. Agora, imagina as situações: pum solto, pum preso, pum fedido, pum barulhento e … Se você pensar nessas situações levando em consideração a ideia original da palavra pode achar que no mínimo são constrangedoras, mas elas podem ser engraçadas (e de fato são) nessa história escrita por Blandina Franco e ilustrada por José Carlos Lollo: Quem soltou o Pum? Fui eu não, hem!

Tenho que confessar que ri muuuuito com essa história. O Pum é um cachorro comum. Come, dorme, pula, corre e late. Até ai não há nada de anormal, né? O que dá a essa história o tom de humor são as situações narradas por um menino que tem o Pum como seu melhor amigo e, nada o deixa mais feliz do que soltar o Pum. Entretanto, quando é solto na hora errada, ele incomoda as pessoas e o pobre menino, seu dono, acaba levando um monte de bronca.

Inconformado com o fato de não poder sair soltando o Pum a qualquer momento, um dia o menino decidiu soltá-lo debaixo do lençol á noite. Outro dia que chovia muito, ele até tentou prender o Pum por um tempo, mas chegou uma hora que não teve jeito e o Pum acabou escapando na chuva. Essa combinação de Pum e chuva não deu muito certo, pois o cheiro era insuportável e, outra vez, o menino levou uma bronca da mãe.

Dia de festa? Sem chance! Tinha que prender o Pum porque “Soltar o Pum em dia de festa é falta de educação”, alertava o pai. No natal do ano passado em que o Pum escapou e acabou sujando a calça da tia Clotilde (essa adorava soltar o Pum também), o menino, cansado de levar a culpa, disse que tinha sido o irmão. Na verdade, essas broncas na visão do menino eram injustas porque: “Todo mundo sabe que não dá para prender o Pum por muito tempo porque ele não gosta de ficar preso e acaba escapando, a gente querendo ou não”. Tá certíssimo. Uma hora escapa mesmo.

Enfim, essa é um tipo de história simples que já no título desperta a curiosidade. Além de nos remeter as peripécias comuns na infância, ao virarmos as páginas, a tal palavra, empregada em frases cheias de trocadilhos, descontrai/diverte crianças de todas as idades. Soltar o pum nunca foi tão divertido.

Conheça melhor a autora: clicando aqui

Ilustrador:Saiba mais Aqui

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Apresentação2

 

Sobre começar o dia…

Olá!

Acordei hoje por volta das seis da manhã.  Tomei café com meu marido,ele foi para o trabalho e eu já fui me programando para estudar e fazer as tarefas domésticas que estão sempre ali, não importa o quanto você faça um pouco todo dia. Elas sempre estarão lá esperando por você.

Faço minha oração, converso um pouco com Deus na esperança que os planos que ele tem para mim sejam os mesmos que eu quero realizar. Nem terminei ainda quando ouço um chorinho e um mamãe vindo do quarto.

Jesus! Ela já acordou? Mas ontem ela dormiu tão tarde (na verdade eu desmaiei na cama antes de vê-la adormecer). Eu preciso estudar, preciso assistir os vídeos da faculdade…. Começo meu desespero matinal…

Dou aquela disfarçada na esperança que ela durma. Vou ao quarto e coloco a chupeta que havia caído no chão (Sem lavar mesmo gente. E tá, minha filha de três anos ainda usa chupeta para dormir).

Saio do quarto e quase faço outra oração para que ela volte a dormir, mas não tem jeito. Ela realmente não quer dormir mais. Ao contrario de mim que dormiria por mais uns três dias para repor as energias,ela está ali firme e forte para mais um dia de descobertas e aventuras. E eu agradeço por isto. Muito!

Já acordou filha? Não custa perguntar né…

Levo ao banheiro, ela faz xixi (finalmente no vaso sem o bendito penico rosa).

Estou meio  de mal humor e muito,muito cansada. Lembro de um texto que diz que é difícil ser uma boa mãe quando se está cansada. E é mesmo. Alias quando se está cansada é difícil fazer qualquer coisa bem. Eu queria mesmo estudar, na verdade eu precisava. E aí vem ela com seu jeito matuto e me agarra, me dando um abraço de quem não está nem aí para as minhas obrigações diárias.

Não resisto a este abraço! Me viro e faço uma gracinha qualquer.

Helena sorri!

Vamos começar o dia filha! Vamos começar o dia!

E lá vamos nós!

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♥♥

Detox Digital ?

Olá!

Já escrevi aqui no blog o quanto eu gosto de ficar online e o quanto o celular é importante para mim pois me possibilita ficar conectada com o mundo,já que eu fico basicamente em casa com minha filha.

Porém até mesmo alguém que gosta tanto do mundo virtual precisa reconhecer quando as coisas saem do eixo e o prazer começa a virar vício.  Eu ficava aflita quando a  bateria  do aparelho acabava e usava  o celular mesmo carregando ( o que é um perigo).

 Fazendo uma faxina nos armários aqui de casa que eu percebi que estava parando de fazer muitas coisas para estar o tempo todo conectada. Resolvi então que só vou ligar o celular depois do meio dia.Como tenho o whatzapp e o chip do meu celular em aparelhos diferentes, quem precisar realmente falar comigo, que o  faça a moda antiga. Fazendo uma ligação!

Não desfiz do meu Facebook (Instagram eu não uso), mas tirei o aplicativo do meu smarphone e não vou mais postar nada por um bom tempo. Não sou do tipo que posta muitas coisas nas redes sociais, mas perdia muito tempo espiando a vida alheia ou mesmo comentando posts , inclusive arrumando brigas virtuais.

Quando o relógio marcar 20 horas,celular desligado… E só ligo no dia seguinte ao meio dia como eu falei.

No mais, eu vou me dedicar a coisas bem mais importantes e  fazer um verdadeiro detox virtual. Quando a gente fica muito tempo nas redes sociais,  vai enchendo a cabeça de milhares de informações, a maioria delas completamente inútil.

Não é nada fácil porque me acostumei tanto… Porém os ganhos são notáveis!

Quem sabe não é hora de você também fazer um detox virtual ?

♥♥

 

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Repense o elogio? Fala sério Avon

Olá!

Estes dias em minhas andanças pela internet, perei no canal do Nando Moura no You Tube,e não me aguentei de tanto rir. Ele  criticava a campanha da Avon intitulada Repense o Elogio. Nunca tinha ouvido falar desta campanha mas fui logo conferir claro!

Se trata de um vídeo em que garotas com no máximo 13,14 anos “opinam” sobre os elogios que recebem, principalmente a alcunha de princesa classificado por uma delas como uma ” projeção de  padrão”. Oi???

Que adolescente fala isto? Reforçador de padrão!? hahahahahaha

As meninas dizem frases feitas e claramente não pertencentes ao universo adolescente.

“Os meninos são chamados de corajosos, de inteligentes”.

“Queremos ser chamadas desses elogios também”

E blá,blá,blá…

Não vou nem me ater muito a campanha e ao vídeo que eu particularmente achei ridículos e totalmente falsos. O que me espanta mesmo é uma marca de cosméticos que incentiva a décadas mulheres se enbonecarem 24 horas por dia, que vende  inclusive muita “coisa de princesa” para crianças querer vir pegar carona nessa onda chata e cansativa da “guerra as princesas” ou “guerra ao rosa”. Seria a mesma coisa de a Mcdonalds fazer campanha contra a comida Fast Food. Mais fake impossível.

Os publicitários de hoje no desespero do caça like, fazem essas campanhas totalmente incoerentes com o discurso que a empresa pratica a mais de cinco décadas: “Fique bonita, se emboneque toda”.

Talvez a Avon ao perder clientes para a concorrente direta  Natura com seu discurso de falsa liberdade e “beleza natural” não se importou de pagar esta vergonha alheia em nível mundial.

Jornalista já não vai muito com a cara de publicitário… Depois desata então a gente pega ranço!
Então Avon seja coerente com o discurso que vocês ajudaram a reforçar a vida inteira e diga para as meninas que elas são princesas sim! Que elas devem passar batom sim e que elas são bonitas sim! Tome para si a missão da empresa e dê a cara a tapa! Ia ficar muito mais bonito, te garanto.

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Mas para não dizer que eu não estou falando bobagens, assistam ao vídeo das meninas empoderadas nível “feminista de mamadeira”.

Detalhe: O vídeo recebeu mais de um milhão e trezentos mil “deslikes” ou não curtidas e apenas 31 mil curtidas demonstrando que o povo não é besta e esta campanha “empoderada” não colou.

Agora assistam ao vídeo do Nando Moura (desculpem os palavrões). hahahahaha

Eu não repenso o elogio não Avon.

Vou ser chamada de princesa sim! E se achar ruim,tape os ouvidos!

♥♥

Estresse após parto traumático-Uma triste realidade

Olá!

O momento da chegada de um filho é sem dúvida algo muito esperado e desejado por grande parte das mulheres. Passamos meses imaginando e sonhando com nosso bebê. Como serão seus traços, se parecerá com a mamãe ou o papai…  Escolhemos o nome,compramos o enxoval,o berço, montamos o quartinho…

Mas até que este momento aconteça precisamos passar pela experiência do parto. A primeira coisa que eu acredito que toda mãe quer é que seu filho venha ao mundo saudável e que tudo termine bem. A insegurança quanto ao tipo de parto, dor, medo de intercorrências passam pela cabeça sim, mas a gente nunca imagina que vai acontecer justo conosco.

E acontece…

Recentemente a jornalista e apresentadora Patrícia Poeta relatou sua experiência traumática no parto do único filho. Leia Aqui. |O trauma foi tão grande que ela não quis mais ter filhos. Mesmo relatando que sua maior frustração é não ter tido mais filhos, ela é mãe de Felipe de 14 anos, Patrícia afirma que a decisão foi consequência das intercorrências nas 14 horas de trabalho de parto. O filho nasceu nos Estados Unidos, na época em que ela e o marido trabalhavam em Nova York.

“Meu parto foi horroroso,um dos dias mais terríveis da minha vida”.

A frase acima é chocante mas resume bem o que muitas mulheres sofrem todos os dias em maternidades públicas e particulares no mundo todo. Resume o que eu sofri no parto da minha filha há três anos atrás e cujas feridas emocionais ainda não cicatrizaram.

Um estudo de uma universidade inglesa revela que uma em cada 20 mães sofre do que eles denominaram de estresse pós traumático do parto desencadeado por uma experiência de quase morte ou violência o que pode acarretar “ataques de pânico,flashbacks, pesadelos,insônia e isolamento social.

Eu senti e ainda sinto tudo isto. É complicado porque nos sentimos pressionadas a amenizar nossa dor.

Seu filho está aí vivo, saudável? Você está reclamando do quê?

Claro que está e agradeço a Deus todos os dias por este milagre.

Mas a verdade é que eu não vou me calar. Não vou me calar diante da luta pelo direito de ter um parto humanizado de verdade, em todos os sentidos. Pelo direito de escolher a forma como quero que meu segundo filho venha ao mundo. Eu quero sim ser mãe novamente e desta vez com a consciência de que o tipo de parto que eu escolher este deverá acontecer. Pelo direito de não me injetarem ocitocina sintética sem nem me dizer para que serve? Sem nem me falar dos riscos. Pelo direito de não ouvir frases como:

” Você não está tendo contração. Está com uma carinha ótima para quem está tendo contração.”

Pelo direito de ser tratada como ser humano e não como uma mercadoria que está ocupando espaço no quarto do hospital e precisa sair dali até tantas horas mesmo após o parto traumático, mesmo com a filha internada. Pelo direito de ter uma assistência adequada em todos os sentidos, inclusive emocional, com psicólogos, assistentes sociais, terapeutas…

Pelo direito de ouvir depois de tudo isto um:

“Está tudo bem mãe”? Em vez de um ” Você tem uma hora para desocupar o quarto”.

Digo a todas as mulheres que sofreram violência física e emocional durante o parto que não se calem! Que ajudem na prevenção deste crime! Que denunciem!

Ainda é difícil para mim… Tem dias que eu choro… Tem dias em que eu me revolto… O que me conforta, o que consola é saber que Deus em sua infinita bondade me deu a oportunidade de mesmo depois de todo sofrimento levar a minha serumaninha para casa, perfeita, linda e saudável naquele 02 de abril de 2015, onze dias após a sua chegada.

Valeu a pena tudo filha… Valeu a pena por você!

 

Saiba mais sobre estresse pós traumático no parto Aqui

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Festa Patrulha Canina- Três aninhos do Thiago

Hoje temos mais uma festa linda de viver!

A mamãe Danielle Brazuna nos enviou as fotos da festa de três anos do seu serumaninho Thiago, um menino muito lindo e inteligente que escolheu o tema Patrulha Canina. Ficou tudo perfeito, cheio de detalhes. Arrasou mais uma vez Dani. Todo nosso carinho e agradecimentos e muita saúde e felicidades ao querido Thiago!

 

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Riqueza de detalhes no bolo 

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Amamos o centro de mesa 

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Todo o charme da patrulha canina no bolo fake 

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E aí? Gostaram? Nós amamos!

 

Quer ver a festa do seu filho aqui no blog? É muito fácil,basta entrar em contato que a gente publica. Vamos adorar!

 

njnmn

 

♥♥

Arrumando a casa… Arrumando a vida…

Olá!

Hoje foi um dia atípico para mim. Digo isto porque eu estava tão dona de casa! Daquela que faz faxina,organiza as coisas… Não sei o que me deu,mas foi bem legal. Claro que deu trabalho, que eu me cansei. Porém ao final do dia, com  tudo arrumado eu me senti bem feliz e com sensação de dever cumprido.

Fiz uma verdadeira limpa no guarda-roupas e no armário de “cama,mesa e banho”. Meu Deus, até para mim que sou desorganizada a coisa estava feia. Quanta bagunça,quanta coisa que não deveria estar ali e quanto lixo! Isto mesmo. Lixo! Objetos que não serviam para doação e tiveram que ser jogados fora. Ao olhar meus panos de prato me deu aquela tristeza. Eu ganhei muitos,muitos panos de prato quando casei… Não comprei praticamente nada para meu enxoval. Ganhei quase tudo! Minha mãe então, comprou 90%. Será que era desespero para a filha casar e sair de casa? Acho que era. hahahaha

Mas voltando aos panos de prato… eu fiquei desolada. Muitos manchados, encardidos… Que vergonha de mim! Como eu fui deixando que ficassem assim?Cada paninho daquele era um presente especial que merecia ser melhor cuidado. Sendo assim,comprei  um Vanish que prometia tirar 100% das manchas (não tira!) e fui a luta! Propaganda enganosa porque não sai tudo não. Mas no final o resultado foi até bom.

Ficaram bem melhores, alguns quase novos… e pelo menos três foram para o lixo! Gente, que tristeza! Mas não tinha jeito, estavam feios mesmo! Resultado de uma procrastinação chamada: Vamos arrumar a casa. Vamos cuidar das coisas. Vamos arrumar a vida…

Nessa de fazer faxina eu fiquei a manhã inteira sem nem olhar no celular. E quem estava comigo? A minha serumaninha claro! Me “ajudando” do jeito dela. Separei uns brinquedos  para doação, uma roupas. Ela não curtiu e entendeu muito a ideia de doar os brinquedos,mas a gente vai explicando e uma hora ela aceita,rsrsrsrsrs.

No nosso dia a dia é assim. A gente vai deixando para depois, vai deixando a sujeira e as manchas se acumularem e quando vê, nem Vanish (devolvam meus R$ 15) resolve. E eu não estou falando só de panos de prato não. Estou falando das resoluções,das decisões, dos começos e recomeços que vamos deixando para depois, das muitas mágoas que vamos acumulando e vão manchando nossos relacionamentos.

Na vida, assim como em casa, a gente muitas vezes precisa bagunçar, tirar tudo do lugar, ver o que presta e o que não presta para depois selecionar e colocar as coisas em ordem. Aquilo que vai para o lixo, o que merece ser guardado, o que merece ser recuperado e bem cuidado. E para  a nossa sorte, quase sempre tem jeito,igual meus panos de prato que agora estão lavadinhos, cheirosinhos e branquinhos com algumas pequenas manchinhas que ainda persistem… Mas vai… Manchinhas de pano de prato são como memórias afetivas… hehehehe

Falando nisto…

Alguém tem uma receita infalível de tira manchas?

Se souber, me fala por favor…

 

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Imagens: Site Pixabay

 

♥♥

Filho muda tudo?

Olá!

Filho muda tudo!

Sim,essa é a mais pura verdade. Não é exagero. Muda mesmo. Filho vira a vida da gente de cabeça para baixo, um tsunami que vai arrastando tudo.

Outro dia em conversa com um amiga eu falava da minha necessidade de comprar roupas novas. E aí me toquei que nem sei mais meu estilo. Acho que agora é “estilo mãe com filho pequeno”. Já até comentei isto aqui no blog.

É bem interessante como de repente você se vê abduzida por outra pessoa  e dá aquele medo de não conseguir ser você novamente.

Será que um dia eu vou conseguir “ter o controle” sobre a minha vida novamente?

Eu acredito que com o tempo as coisas vão se ajeitando. Afinal,os filhos vão crescendo e cada dia precisando menos da gente. E então vem a contradição: você começar a sentir falta de quando eles precisavam muito de você… Vai entender né…

Outra coisa que o tsunami maternidade/paternidade faz uma revolução é no casamento, na relação entre os pais. Não estou falando apenas da questão sexual, porque esta em alguns momentos vira lenda,hehehehe. É algo que vai além disto, que nos primeiros meses fica bem estranho. A gente tem aquela dificuldade de lembrar que o marido existe,hahahaha. E o marido tem que entender que nos próximos anos(na verdade,acho que  pelo resto da vida) vai  perder o lugar de protagonista.  E  vai ficando ali muitas vezes jogado para escanteio. O casal se afasta sim,eu acredito… Talvez só vai voltar a ter aquela sintonia de antes ou pelo menos uma porcentagem dela quando os filhos saírem de casa e alçarem vôos mais altos. Mas é como eu disse… Aí vem o ninho vazio…

Filho não preenche tudo… eu sei… mas preenche 100% do coração… Ah, isto sim… É um relação tão intensa que é difícil explicar com palavras… É transformador… Não apenas no sentido do amor, mas é algo mais completo e complexo que me desculpem o clichê,só vivendo para saber.

Mas uma dica: Se você quer que sua vida  continue exatamente do jeito que está, um conselho: Não tenha filhos.

Como eu sempre quis e quero mudanças eu me sinto sim, muito feliz com minha serumaninha e quero mais… ♥

Aliás meu tsunami daqui uns dias faz três aninhos… Só peço a Deus que a proteja de todo mal e me ajude ser agradecida todos os dias pela bênção de tê-la em minha vida. Não seria “eu” se não fosse ela…

Ah, e hoje é o aniversário do meu maridão… Não sou boa em declarações de amor… ele sabe disto… Muito capricorniana gente,não dá…

Mas que fique registrado aqui nesse post o quanto você é importante para mim… Mesmo que eu te deixe de lado muitas vezes… Me desculpa por não ter feito aquele café da manhã especial hoje, por ter comprado uma pizza de padaria para comemorar seu aniversário logo mais… Não é por mal… Sabe aquele cansaço… Então… Mas é um cansaço “bom”. É que eu estou cuidando do nosso tsunamizinho, hehehehe

♥♥

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Imagem: Site Pixabay

Sobre festinhas e peitos..

Olá!

Vivemos uma constante tentação de levantar bandeiras “em nome” dos nossos filhos sem eles pedirem. Hoje em dia é um tal de escrever textos de apoio a diversas causas que supostamente envolvem o universo infantil quando na verdade são um espelho de uma sociedade que quer questionar tudo. Se não for para questionar eu nem apareço.

Estes dias deu uma polêmica básica no meu grupo de mães no face (sempre ele) sobre a mãe que fez uma festa de aniversário de cinco anos para a filha com o tema “peitos” alegando que a menina pediu pois ama o “mamá”. Os comentários foram unânimes em achar o tema da festa bizarro. Até aí tudo bem. Só que uma mãe mais engajada digamos assim falou que não tinha nada a ver, que a criança gostava de peitos e  que a festa era reflexo da amamentação prolongada e blá,blá,blá…

Eu retruquei: Gostar de peitos é uma coisa, agora fazer uma festa com tema peito é demais. E coloquei um kkkkkkkkkkkkkk para amenizar.

A engajada  logo disse que era uma questão política. Eu disse que não considerava uma questão política, mas se com aquela festa a mãe conseguiu incentivar a amamentação estava ótimo.

A dona do post então desativou os comentários para evitar treta.

Uma pena. hahahahaha

Eu já vi festas com temas bizarros, até a carinha de cocô do teclado virou tema de festa infantil. Imagina você ir a uma festa com o tema cocô. Nojento. eu também não me sentiria a vontade de ir a uma festa com o tema peitos. E olha que eu tenho dois,vejo eles todos os dias. Mas mesmo assim me sentiria desconfortável.

A festa é para a menina está certo. Mas a partir do momento em que você tem convidados,você tem sim que fazer com que elas se sintam a vontade e tenho certeza de que não foi o caso ali.

Minha filha tem três anos e pode pedir temas diferentes digamos assim que se relacionam com o dia a dia dela. Recentemente ela desfraldou. Já pensou se pede festa com o tema penico?

Já vai a mãe fazer o bolo com o penico rosa em cima!

Não, eu não vou fazer. E sabe porquê? Porquê daqui uns anos quando ela tiver discernimento vai me questionar porque eu não a livrei de passar uma vergonha dessas?

Não filha. Penico não é tema de festa. Escolhe outro.

Pronto, simples assim!

Mas existe a tentação de fazer a tal da “política” disfarçada, que querem causar nas redes sociais, ganhar likes. Afinal, desconfio de que hoje a gente viva mais de likes do que do próprio ar que respiramos.

E assim vamos criando uma geração que acha que pode tudo, que acha que é empoderada com cinco anos de idade, que levanta bandeiras sem saber… Não acredito em empoderamento infantil. Acredito em criança que brinca,estuda,vive de boas, e não precisa se preocupar com essas coisas de adulto.

Ah,mas o que vale é a felicidade do meu filho…

Vale sim,mas não a qualquer preço. Impor limites é também uma linda e válida forma de amor.

♥♥

 

 

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Tipos de mães nos grupos do Facebook – Com índice de Treta

Olá!

Se você pensa em ter um filho e usa as redes sociais eu te digo com quase 100% de certeza que você vai participar de um grupo de mães,seja no Facebook,seja no whatzapp. É quase que um pré requisito no dias de hoje. Separamos então alguns tipos de mães que você pode encontrar por lá. E como a gente não é boba nem nada, colocamos também um índice que mede a possibilidade de dar treta.

Vamos lá!

Tipos de mães nos grupos do Face

Mãe Dona Florinda (Meu filho,meu tesouro)- Está certo que todas nós babamos pelos nossos filhos e achamos que eles são os mais lindos,mais inteligentes e super dotados,mas tem sempre aquela mãe que supera no grupo. É aquela que acha que seu filho está sempre a frente das outras crianças e vive postando coisas como:

Meninas,acho que o meu bebê falou mamãe! Ele é muito precoce!

Detalhe, a criança acabou de completar um mês de vida.

Índice de Treta- Pequeno, cerca de 10%. Geralmente este tipo de mãe não causa confusão. Só corre o risco de passar por mentirosa,hehehehe. Mas a gente até entra na onda e é capaz de comentar que ouviu a criança falar mamãe com um mês de vida sim e ainda coloca emoji de coração. Nossa que precoce!

A gente fica que acredita mas no fundo tá assim:

Mãe Vegana ou Diferentona- Outra espécie de mãe que costuma bater ponto nos grupos é a mãe vegana ou diferentona- È aquela que adota um estilo mais natureba digamos assim para a cria e costuma ser um pouco ortodoxa com assuntos ligados principalmente a alimentação dos serumaninhos. As indiretas dela são em forma de posts com fotos do pimpolho arrasando na degustação de brócolis ou algum outro vegetal que você nem nunca ouviu falar ou sobre a festa do filho que teve 0%  açúcar ou se ela for do tipo mais atrevida, pode até criticar outras mães que optam por uma alimentação menos “natural” digamos assim. É aquela inimiga mortal “dos Danoninho”, ” Dos Mucilon”, “dos miojo” e “das Papinha Pronta”.

Aí a amiga posta que não tem problema a criança comer Danoninho:

 

Afinal, o filho da diferentona é assim:

Recado para esse tipo de mãe: Tá amiga,você pode criar seu filho a base de hortaliça,mas o meu eu crio diferente.

Índice de Treta– Um pouco maior, cerca de 40%. Esse tipo de mãe também não oferece muito risco ao grupo. Se for banida será apenas por ser chata mesmo.

Mãe Morde e Assopra – É um tipo de mãe que eu particularmente tenho vontade de dar uma voadora ás vezes. É aquela que tem uma forma meio peculiar de acalmar outras mães. Exemplifico:

Alguém faz um post do tipo:

“Meninas,estou preocupada com meu filho. Mais de dois anos e ainda não fala”. MAIS ALGUÉM NESTA SITUAÇÃO?

Aí a abençoada responde:

“Meu filho fez dois anos e fala até mandarim. Mas não preocupa não boba, o filho da vizinha,da cunhada da minha sogra falou com 7 anos”. E termina com a frase lacradora:

” Mas não preocupa não boba! Cada criança tem seu tempo”!

Depois de quase te fazer ter um infarto a pessoa termina com essa frase!

O blog traduz em gif o que achamos desse tipo de mãe no grupo:

E quando o post é específico para quem está vivendo a situação e a abençoada responde:

Índice de Treta- Baixo também, cerca de 30%. Mas o risco de a gente dar um voadora nela (virtual) chega aos 100% fácil. Tenho que admitir que pego ranço.

Mãe Conta Tudo– É aquela que faz a linha “conta tudo” e dá detalhes da sua vida íntima sem o menor pudor. Faz as coleguinhas corarem de vergonha mas a audiência sobe horrores.

A gente gosta porque ela dá aquela movimentada no grupo,hahahaha

Meu Deus, a fulana começo a falar da sua vida sexual no grupo:

A gente fica meio sem jeito mas no fundo tá assim:

 

 

 

 

 

 

 

 

Índice de Treta –  Cerca de 50% porque tem sempre o grupo das santinhas que não curte muito.

 

Mãe Desabafo ou Sofredora Ah gente, eu tenho que me incluir aí porque já postei desabafos dignos de Oscar. Este tipo de mãe está sempre chorando as pitangas no grupo. É a briga com o marido, com a sogra, é a cria que não quer comer, que faz birra, é o preço do tomate que aumentou. Enfim, faz post desabafo com direito a textão. Se tiver uma mãe psicóloga no grupo então, pede consulta grátis. Ah, e geralmente ela superfatura os problemas. Amiga aqui não é muro das lamentações não! Vai procurar um psicólogo. Não sou obrigada.

Risco de Treta-  O risco não é muito grande, cerca de 35%. O problema é se todo mundo começar a falar umas verdades pra sofredora ( tipo larga de ser fresca mulher). Aí o bicho pega!

 

Mãe Voadora ou Super Sincera- É  aquela que não tem muita paciência para certos tipo de posts e costuma ser bem direta nas respostas digamos assim. E dá-lhe coice!

Índice de Treta– Alto, chegando a 80%. Essa mãe ainda não aprendeu que em grupos de mães não se fala tudo que pensa ou corre o risco de banimento. Nada de ofender a coleguinha!

Mãe Ostentação– Grupo de mães não é funk, mas tem sempre uma ostentação básica disfarçada ou “joga na cara” mesmo. É aquela que vive postando fotos da cria na sala gigante, na piscina ou da festa faraônica do filho ( e ainda mostra o orçamento). A gente não tem nada contra, exceto o fato de se sentir meio pobrinha nessa hora.

Índice de Treta– baixo também, cerca de 10%. O maior risco mesmo é causar inveja nas coleguinhas.

Mãe Ativista Kamikaze ou Militante– É aquela mãe defensora ferrenha de uma causa e está sempre usando o grupo para levantar bandeira.  Por sua causa ela mata e morre.Geralmente são assuntos ligados a amamentação,alimentação ou tipo de parto. Ela perde a amizade,mas não perde a causa.

Índice de Treta– Alto,cerca de 70%. Defender uma causa nobre é muito admirável,mas cuidado para não ofender aquela que pensa diferente amiga!

Mãe Carente ou Rainha das Redes Sociais-  É aquela que fica o dia todo online, enchendo a sua timeline e seu zap de notificações. E quando você olha é algo nada urgente e interessante. Meu recado: Miga vai trabalhar, vai viver! Sai desse celular!

Índice de Treta– Baixo,cerca de 3% mas o risco de ser bloqueada por meses é alto.

 

 

Mãe Turista ou Fantasma– Todo grupo é assim. Tem trocentos membros cadastrados, mas só dez participam ativamente. A mãe Turista ou Fantasma é aquela que está ali marcando presença espiritualmente. Ela não posta nada, não curte nada, não comenta nada.  Ela faz a linha ” só para fazer número”. Miga, isto aqui não é aula de matemática não. Participa!No grupo que eu participo por exemplo teve uma mãe que agradeceu por terem adicionado ela dois anos depois. Hahahahahaha

Tem um tipo também que um belo dia resolve postar alguma coisa,anos depois de ser adicionada. Aí todo mundo se pergunta: Meu Deus,quem é essa criatura?

Miga,sua louca, você tá no grupo!

Índice de Treta– Já que ela não aparece, é 0%. O risco de banimento é apenas por ela fazer o papel de planta mesmo,hahahaha

Mãe chá de Vácuo- É aquela que posta aquelas coisas mais sem noção e não obtém resposta. Em grupos de grávidas, é aquela que posta foto do primeiro ultrassom e pede para as coleguinhas darem palpites do sexo do bebê.

“Miga, eu sei que é humano,mas saber o sexo, só com mais tempo mesmo ou fazendo uma sexagem fetal”.
Índice de Treta– Baixo também, cerca de 5%. O que mais arriscado pode acontecer é ela se irritar e abandonar o grupo.

Mãe Indireta– É aquela que não quer perder as amizades e nem sair do grupo mas vira e mexe está postando ou respondendo alguma comentário com uma indireta básica. É aquela que faz a linha “Vou postar, se a carapuça servir,tá ótimo”. Me identifico,hahahaha

Risco de Treta- Cerca de 50% ou 70% dependendo da indireta.

É aquela que acha que o grupo está muito parado e resolve causar.

Muitas vezes se faz de santinha mas a gente sabe né:

Mãe Saradona Ou Fitness- É aquela mãe que mata as coleguinhas de inveja no pós parto com aquela barriga chapada a lá Déborah Secco, enquanto você ainda ostenta uma barriga de sete meses de gravidez dois anos depois da cria ter nascido.

Risco de Treta- Baixo, cerca de 2%, mas em compensação, o índice de recalque supera os 100,hahahaha

“Como essa diaba conseguiu ficar com essa barriga?

Mãe Teste de Farmácia– É aquela que acha que está sempre grávida.

“Meninas, acho que estou grávida. Me ajudem”

“Qual foi a última vez que você fez sexo amiga?”

“Ah sei lá,tem uns dois anos!”

Índice de Treta- Quase nulo,cerca de 1%. O maior risco é a gente explicar para ela mais uma vez como os bebês são feitos.

E para terminar temos o último exemplar de mãe no grupo do facebook:

Mãe sem Noção– Aquela que não tem empatia pela coleguinha,que critica o modo como a outra pessoa cria o filho, que desmerece as escolhas alheias.

Índice de Treta: 100%. Para elas vai o trecho de uma música: É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.

E se não melhorar o comportamento amiga:

Criticou a forma como a outra tá conduzindo a maternagem dela, já sabe né.

Ou ainda:

E aí gostaram da nossa lista? Se identificou com algum tipo? Tem sugestão de mais algum? Então fala com a gente .

Quero deixar bem claro que adoro o grupo de mães e que no fundo somos todas BBF – Best Friends Forever

Vem aqui miga,vamos conversar!

Ah mas quando dá treta a gente fala que não gosta mas no fundo “Nóis tá como?

 

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Não sou uma super mulher… E nem quero ser!

Olá!

Eu não sou uma super mulher!

Não fui aquela que pariu depois de horas de trabalho de parto de forma natural achando tudo lindo. Minha filha nasceu de cesariana de emergência  depois de horas de tentativa de parto induzido e eu chorei e gritei de dor sim “que nem mulherzinha”. Eu só queria que aquilo tudo passasse e ela nascesse perfeita.

Não fui aquela que esguichou leite e amamentou até os dois anos de idade em livre demanda. Eu amamentei durante dias sentindo muita dor e achando tudo muito sofrido. E desisti sim, dei mamadeira,leite artificial para uma recém nascida. Culpa? Senti,mas nada que me fizesse pensar duas vezes ao ouvir minha filha chorando de fome.

Não fui aquela que priorizou carreira e voltou a trabalhar fora. Parei de trabalhar  porque amarelei diante da possibilidade de ficar o dia todo sem ver minha filha.

Não sou aquela que contribui para o PIB nacional. Eu não dou lucro, eu dou despesa. Meu trabalho embora o faça todos os dias,sem feriado ou férias não tem um valor monetário atribuído. Nem valor monetário e nem valor emocional. A maioria das pessoas que eu conheço pensa que eu fico a toa o dia todo.

Não sou aquela que nunca grita com a filha. Eu grito sim. Muito! Eu grito mas também peço desculpas,eu saro o dodói com beijinho, faço uma  boneca falar e dançar.

Não, eu não sou aquela que só alimenta a filha com coisas naturais e 100% saudáveis. Minha filha come porcaria sim.Eu já dei doce pra ela ficar uns minutos quieta e me deixar fazer algo que não seja cuidar dela. Mas eu também faço uma comida gostosinha e saudável embora deteste cozinhar. Aliás, pensa no amor pela cria falando brócolis!!! Tudo verde pra ela é brócolis.  E olha que eu até os 30 anos  nunca tinha visto um brócolis ao vivo. Estamos evoluindo!

Não, eu não sou aquela que brinca com o filho o tempo todo sentada no chão,inventando mil histórias. Em muitos momentos eu não estou nem um pouco a fim. Mas quando eu paro para brincar… ah, eu paro para brincar e me divirto a beça.

Eu não sou uma super mulher, eu sou uma mulher comum! Sei que estou na contramão do mundo que definitivamente não dá bola para as mulheres comuns. O mundo quer mulheres extraordinárias, guerreiras, valentes. Eu não sou nada disto! Não quero este rótulo para mim. Eu quero poder sentir medo,quero chorar ,quero reclamar da dor, quero me dar o direito de errar e tentar acertar. Não quero carregar o peso do mundo nas minhas costas.

Se eu puder ser a Raquel, a mãe da Helena, a mulher, a esposa do Edgar a menina que queria ser professora,  a filha do seu Gessy e da dona Ana,irmã da Sil, do Gui e do Jonny, a tia do Biel e do Arthur, a garota que cantava na igreja,  a menina que não gosta de futebol mas torce para o Cruzeiro, a jornalista, a menina que ouviu do pai uma frase que jamais esqueceu:

“Com esse seu jeitinho você consegue tudo heim menina!”

Eh pai, não consegui tudo, mas já consegui muita coisa graças a Deus!

Se eu puder ser só isto… Só isto?

Cara, eu sou muita coisa!

Mas super mulher eu não sou sou e repito…

Nem quero ser!

 

♥♥

 

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Festa Repaginada- Balões

Olá!

Continuando a nossa série sobre itens repaginados nas festas infantis,hoje vamos mostrar como os tradicionais balões ou bexigas podem ser usados de forma criativa e inovadoras nas festas dos serumaninhos.

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Sabe aquele tradicional arco de balões presente na maioria das festas infantis? Ele ganhou uma nova roupagem e agora pode ser desconstruído,perdendo a forma linear como era feito antes. Fica muito lindo e criativo. Veja alguns exemplos:

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As imagens são do site Maria Antonietta Festas (Clique Aqui)

Uma amiga minha disse que a principal vantagem  é que se você fez o arco errado pode dizer que ele é desconstruído e está na última moda,hahahahaha

Fica super lindo né…

Balões com fotos- Outra ideia fofinha que eu encontrei no site do BOL foi esta que utiliza fotos amarradas aos balões com fitinhas. Super fácil de fazer e com um efeito visual incrível.

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Balão com confetes- Outra opção muito linda são os balões com confetes que dão um efeito incrível. Encontrei essa ideia no site blog Madame Criativa, da Bianca Barreto  (Clique Aqui). No blog tem inclusive o passo a passo.  (Confira Aqui)

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Fonte: Blog Madame Criativa 

 

Gostaram das nossas ideias de como utilizar os balões de forma diferente na sua festa? Já fez isto na festinha do seu serumaninho? Conta pra gente. Vamos adorar saber.

 

♥♥

 

njnmn

 

 

Festa infantil Rapaginada- Dicas de itens que voltam a moda

Olá!

A decoração das festas infantis estão sempre indo e voltando … O que era o máximo a alguns anos atrás se torna ultrapassado hoje e vice e versa. Separamos alguns itens que andavam meio esquecidos nas festas infantis para te inspirar na festa do seu serumaninho.

Chapelzinho- Toda festa dos anos 80,90 tinha um chapelzinho básico com aqueles elásticos que te enforcavam na hora de tirar,rsrsrs. Há muito tempo que eles haviam sumido das festas infantis,mas agora estão retornando aos poucos,só que com outra função: decoração.

Separamos algumas ideias bem  legais

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Auguri Festas

Olha que ideia legal encontramos no site da Auguri Festas (Clique Aqui). Enfeitadinhos com pompons,eles dão um toque super lindo e nostálgico. Amei!

 

A ideia abaixo, bem legal  eu encontrei neste site Clique aqui.

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No site Pãozinho Delícia (Clique Aqui) eu encontrei muitas ideias super fofas e criativas:

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Não é uma lindeza?

Espero que tenham gostado. No próximo post vamos trazer outras ideias bem legais para aproveitar itens que andavam meio esquecidos nas festas infantis.

Esperamos vocês.

 

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Mãe em Tempo Integral- Na Real

 

Olá!

Já falei outras vezes aqui no blog que não gosto desse termo Mãe em Tempo Integral para designar as mães que não trabalham fora. Para mim, não existe mãe em meio período,pois mesmo que ela saia para trabalhar,vai ficar pensando na cria, o modo mãe estará sim ligado 24 horas por dia. Mas vou usar esse termo aqui com as devidas ressalvas já citadas.

Quando eu estava grávida da Helena, tinha certeza de que ia voltar a trabalhar assim que terminasse a licença maternidade. Não me imaginava mais em casa o dia todo  e não cogitava sair do meu trabalho por mais que não fosse o emprego dos sonhos digamos assim. Cheguei até a discutir com uma pessoa do grupo de mães que eu participava (vergonha) por ela dizer que ia parar de trabalhar para acompanhar o crescimento da filha. Respondi que filho não era empecilho para trabalhar.

Como no campo da maternagem você pode se engasgar com o próprio veneno,aqui estou eu três anos depois ainda em casa,sem trabalhar fora. Os motivos porque eu não voltei da licença maternidade vão muito além de querer acompanhar o crescimento da Helena de perto. Na verdade, esse nem está na lista dos motivos principais. Não voltei porque não encontrei um lugar adequado, público ou que coubesse no meu orçamento para deixar a minha filha em segurança e ir trabalhar mais tranquila. Somado a isto, o fato de que eu não consegui deixar minha filha tão pequena o dia todo com gente estranha. Definitivamente eu não sou simpática a escola integral. Preferi então fazer sacrifícios financeiros e psicológicos e me tornar a mãe integral que eu disse que não ia ser.

Ser mãe em tempo integral é barra pesada, é bem hardcore. Ao final do dia eu estou com as costas massacradas. Quero deixar aqui bem claro que não estou reclamando e sim dizendo como é. Amo minha filha,amo estar com ela e agradeço a Deus todos os dias pelo privilégio de ser mãe.

 

O que mais pega para mim é não ter um tiquinho de tempo para praticar aquele ócio criativo que a gente pode fazer quando trabalha fora.

 

Aquela ida matuta ao banheiro mesmo quando não quer fazer o número 1 ou 2. Quando a gente está em casa, a cria vai junto ou então fica na porta esperando e até enfia as mãos por baixo da porta. Aí vem aquela pressão para sair dali. E vou te contar,nem o seu ou sua chefe consegue te pressionar mais.

 

Banho? Só depois que meu marido chega em casa. Ainda não consigo tomar banho sem que ele esteja vigiando a Helena. Quando estava fazendo um frio de congelar aqui em Belo Horizonte (bom,pelo menos eu estava me sentindo que nem a Frozen) a uns tempos atrás, eu era obrigada a tomar banho mais cedo. Mas não era legal não. Deixava a porta aberta e ficava gritando a Helena a cada segundo para ver se estava tudo bem. Passa cada coisa na cabeça de mãe enquanto a gente toma banho que vocês nem acreditam.

Fazer as refeições é outro item que mãe em tempo integral tem que se adaptar. Sabe aquela hora em que você vai almoçar cazamiga no trabalho? Aí rola aquela descontração,aquela fofoquinha básica? Pois é… Quando a gente fica em casa e consegue almoçar tem sempre um dedinho nervoso no seu prato,uma boquinha nervosa que acabou de almoçar te pedindo a sua comida. Tem um cocozinho básico do filho no meio da sua refeição…  Ah,outra coisa a que a gente se acostuma é não sentir nojo de  quase nada. Vai lá, limpa a bunda da criança e volta a comer numa boa.

Ser mãe em tempo integral é ficar fluente na língua do bebê porque praticamente é só com eles que você vai conversar durante horas e horas do seu dia. Aí bate sim aquela saudade de conversar com alguém que já tenha todos os dentes na boca, rsrsrsrs.

Mas é uma coisa engraçada. Quando chega o final do dia e a cria finalmente dorme, a gente sente falta. Bom,pelo menos eu sinto… Vou lá, dou um cheiro, deito agarradinha e peço desculpas se fiz alguma m*** durante o dia.

Eu acredito que vou sim voltar a trabalhar fora, claro que vou. Mas tenho certeza de que esta experiência de ser mãe em tempo integral me ensinou a não olhar o tempo todo para meu próprio umbigo, a ser mais altruísta,está sendo um curso intensivo de convivência…

Digo a todas as mães em tempo integral que não importa se o mundo inteiro acha que você não faz nada o dia todo… Sim,muita gente pensa assim… Eu também pensava antes de me tornar mãe. Digo a você que sua principal tarefa é cuidar de um serumaninho maravilhoso que foi confiado a você e neste meio tempo, cuide de você também! E no final do dia,mesmo com as costas massacradas, tudo valeu a pena… Ah se valeu…

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Pixabay

 

 

 

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Festas Reais – Urso Aviador e Peppa Pig

 

Olá!

Vamos de inspiração para festas dos serumaninhos?

Os dois exemplos de hoje são lindas inspirações e foram gentilmente enviadas pela Danielle Brazuna,mamãe do Thiago,um garoto muito lindo e inteligente que esse ano completa 3 aninhos. Dani,muito obrigada pelo carinho!

A festa de 1 aninho do Thiago foi com o tema : Urso Aviador. Este tema é super lindo e fica muito legal também em chás de fralda.

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As cores predominantes são azul,branco e marrom e os aviões no painel deram um charme todo especial,sem contar é claro com os ursinhos que não poderiam faltar! Lindo demais!♥

Para comemorar os dois aninhos do Thiago, a mamãe Dani escolheu com a colaboração do Thiago claro, o tema Pepa Pig! As crianças amam esse personagem e as festinhas com este tema ficam super coloridas e divertidas.

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A decoração ficou maravilhosa e cheia de detalhes. A casinha da Peppa virou um lindo painel e também está presente na mesa, em cima do bolo. As botinhas da Peppa não poderiam faltar e sua família também, com destaque para o irmão George. Este tema com certeza vai divertir e agradar muito as crianças e as mamães também!

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Gostaram ? Nós amamos!

Desejamos toda felicidade ao Thiago que já,já comemora seus três aninhos. Já estamos curiosos com o tema da festa,rsrsrsrs

 

♥♥

 

Quer ver a festinha do seu filho publicada aqui? É muito fácil. Entre em contato com a gente. Vamos adorar!

 

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Eu queria uma casinha de sapê

Olá!

Hoje faz três anos que parei de trabalhar fora. Meu Deus,três anos!Tem horas que eu fico pensando como sobrevivi!

Esses três anos vividos dentro de um apartamento,o que muitas vezes me causa um certo desespero. Fui criada em casas,embora pequenas,mas casas em que eu tinha muito mais liberdade do que aqui. Meu marido já me advertiu diversas vezes quando eu distraída esqueço que moramos no terceiro andar e que não posso sair assim trocando de roupa com a janela aberta,rsrsrs.

Eu queria muito uma casinha, não precisava ser no campo (acho que não conseguiria viver no campo,rsrsrs), mas uma casinha com um quintal onde eu pudesse andar descalça sem sentir o frio do piso de ardósia (gente, porque fazem apartamentos com esse piso?).

A sensação de estar empilhada em cima de outras casas e de morar parede com parede me dá um nervoso tão grande. Tipo, eu falo sozinha! Sim,falo sozinha o tempo todo e certamente alguém já ouviu minhas conversas. Eu abro a porta e não vejo a rua,não vejo um quintal, vejo apenas um corredor. E isto me deprime!

Me marido prefere apartamento,diz que é mais seguro. Eu,bom, menina de pé no chão que sempre fui prefiro uma casa.

Eu quero uma casa…

“Onde eu possa plantar meus amigos… meus discos, meus livros…

E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais

Eu quero a esperança de óculos
E meu filho de cuca legal”

Minha filha…  de cuca legal. ♥

 

 

E nada mais!!!!

 

♥♥

 

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Que culpa é essa mãe?Reflexões sobre a culpa materna

Nasce um bebê,nasce a culpa!

Ás vezes fico pensando se nossas mães,avós e bisavós tinham essa culpa toda que anda rondando o universo materno. Ainda não conversei sobre isto com minha mãe e na impossibilidade de conversar com minhas avós e bisavós que já se foram a muito tempo, eu chego a conclusão por dedução que a resposta é NÃO!

Sinceramente não tenho memórias da minha mãe o dia todo lambendo as crias,nem mesmo o meu irmão caçula que  que veio tempos depois dos outros filhos.Eu já estava com 14 anos,minha irmã mais velha já trabalhava fora. Sendo assim,minha mãe teve mais tempo para se dedicar ao caçula. Mas mesmo assim,eu lembro dela fazendo suas (muitas) tarefas domésticas enquanto meu irmão brincava sozinho (já era Montessoriana e não sabia) e até mesmo assistindo sua novelinha de boas (naquela época não existia Netflix).

O que vejo e ouço  hoje é uma cobrança para que a gente se dedique o tempo todo ao serumaninho,que ele seja nossa prioridade incondicional. Eu concordo que filho é sim prioridade em muitos momentos,mas eu também afirmo que a gente precisa viver,precisa fazer algo por nós,mesmo que seja deixar a cria no celular uns bons minutos para conseguir colocar aquela série em dia.

Ok, a coisa não é tão fácil assim quanto parece. De repente você está lá fazendo isto que eu sugeri e pá!!! Lá vem a lembrança daquela  postagem que diz que a maioria das crianças se sente trocada por um celular. Pronto, o ataque de “menas” mãe acontece. Bora largar a série,tirar o celular da mão do menino,sentar no chão (por mais que as costas doam) e começar a esboçar uma brincadeira,de preferência bem pedagógica e claro,postar aquela fotinha “tira culpa” nas redes sociais.

Redes Sociais. Ah, as redes sociais. Na época das nossas mães,avós e bisas também não existia isto (que bom para elas). As redes sociais são sim muito responsáveis pela grande parcela de culpa que criamos. É o pratinho saudável,é a criança que não faz birra (ela existe?),é a mãe com a casa super arrumada enquanto a sua parece ter saído de cena de tsuname, são as fotos perfeitas do ensaio família… Tudo ali,o tempo todo para você se comparar… e se culpar!

É minha filha… deu merda!

Tenho me policiado bastante para não me deixar abater por esta culpa desnecessária e principalmente por este ideal maternagem perfeita que insiste em nos massacrar todos os dias. Eu hoje me permito sim dizer para a minha filha que não quero brincar,que estou cansada,que quero dormir e que ela está chata. Sim,digo isto para ela sem medo de ter que gastar com terapia anos depois.

Tem dia que a cria está chata sim!!!

Lógico que depois eu vou lá dou uns beijinhos,digo que amo e está tudo certo outra vez. Sabe porquê Brasil? Porque criança não nutre rancor, criança não faz coisa para postar em rede social (embora muitas já possuam,o que é uma lástima). Criança até quando enche o saco da gente é mais legal que adulto!

Então vamos tentar riscar do caderninho 80% dessa culpa aí minha filha?

E porque não 100%? Porque eu sou honesta e sincera e sei que 100% não dá,mas uns 80% você consegue sim e pode ter certeza de que vai ser muito mais feliz!

Bora viver?

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Site Pixabay 

 

 

 

♥♥

Dica de Atividade- Afunda ou não Afunda?

 

Vamos de atividade?

Para combinar com a dica de livro da Ceia Morais, OS Barcos de Papel, de José Maviael Monteiro, ela trouxe uma dica super legal para fazer com os serumaninhos em casa ou na escola. Vamos lá?

Afunda ou não Afunda?

Com essa atividade o professor poderá promover: Percepção, concentração, habilidade motora fina (envolve músculos menores e dedos), noções de peso e medida.

Materiais necessários:

  • Barquinhos de papel
  • Bacia com água
  • Objetos de tamanhos e pesos variados (rolhas, parafusos, botões, bolinhas de isopor, etc.)

Recursos Complementares

Como fazer um barco de origami:

http://www.youtube.com/watch?v=ENbgnTyAEWc

1º momento

Trabalhar com as crianças noções de pesos e medidas, maior e menor.

2º momento

Assistir ao vídeo (se necessário) e fazer barquinhos de papel

3º momento

A ideia é trabalhar noções de peso e medida a partir da brincadeira do afunda ou não afunda. O aluno deve escolher um objeto e, identificando tamanho e peso (perguntar se é pequeno ou grande, pesado ou leve, maior ou menor que o barco, etc.) responder a pergunta:  Ao colocar o objeto dentro do barco, o barquinho afunda ou não afunda?

Depois que o aluno responder ele colocará o barco dentro da água e em seguida o objeto dentro do barco e ver o que acontece.

O professor (a), a partir do resultado pode questionar a turma:

Porque afundou?

Porque não afundou?

Se não afundou, o aluno pode ser desafiando a escolher outros objetos para colocar dentro do barco (junto com o outro objeto escolhido primeiro) e continuar respondendo se afunda ou não afunda.


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O Livro que eu Li: Os Barcos de Papel

Olá!

A dica de livro da nossa colunista Ceia Morais é um clássico da literatura infanto-juvenil. Euzinha aqui já li,rsrsrs. Trata-se do livro Os Barcos de Papel, de José Maviael Monteiro. A publicação faz parte da Coleção Vaga Lume., que também é outro clássico, diga-se de passagem. Quem está na casa dos 30 ou mais com certeza vai se lembrar.

Então vamos de dica de livro?

Os barcos de papel, de Jose Maviael Monteiro, é um livro da coleção vaga-lume e, confesso que dessa coleção (dentre os que eu li), este é o que mais gosto. A história parece uns dos ‘causos” que meu avô Osvaldo gostava de contar para os amigos sentado no banco na calçada em frente de casa.É simples como uma brincadeira entre crianças que vão se aproximando e dividindo seus brinquedos, ao mesmo tempo em que nos remete para algo de cunho mais social/cultural ao mostrar o contraste entre a vida dos filhos de um advogado e um militar da marinha com a vida do filho de um simples marceneiro.

            André, Miguel, Josué e Quito são os personagens dessa história. O livro narra a aventura vivida por eles ao se perderem explorando uma caverna. Oque termina com eles sendomantidos como reféns por criminosos que estavam escondidos lá.Os morcegos, os labirintos e a escuridão da caverna nos parecem um cenário de filme de terror, mas também permite reconhecer ali, um cenário fantasioso da infância. Quem nunca brincou de polícia e ladrão? Quem é que não se imaginou um Herói salvando seus amigos ou a si mesmo? É mais ou menos assim que acontece na história. Embora os riscos de estarem nas mãos de criminosos fique bem claro, os barcos de papel feito pelos meninos, depois de serem colocados no riacho que passava dentro da caverna, foram pistas essenciais para que a polícia os encontrassem e assim, prendessem os ladrões. Foram ou não heróis?

            Uma aventura e tanto para aqueles meninos que, mesmo com a diferença cultural e social, se respeitaram e aprenderam a confiar uns nos outros, como quando, ao perceberem que estavam perdidos, confiaram nas técnicas de sobrevivência ensinadas por Quito, um menino pobre, que fazia seus próprios brinquedos com materiais que encontrava na rua pois não tinha dinheiro para comprar os brinquedos eletrônicos que ele ficava namorando nas vitrines.

            Se você já teve brinquedos “fazidos” ou não, vai se identificar com a relação desses personagens que, mostra (entre linhas) como seria bom se as pessoas se percebessem e se respeitassem pelo o que são, não pelo o que possuem.  Embora o autor trate a temática social e cultural, o que há de melhor nessa história e o que realmente marca, é a forma como mostra a infância, caracterizada pela amizade fácil e desinteressada, pelas brincadeiras e as curiosidades, pela peripécias que, muitas vezes, deixam os pais de cabelo em pé. Um livro recheado de aventura, ação e suspense para ser lido por toda a família.

Ler online:

Leia o livro Aqui

 

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Mãe de menina

Olá!

Sou mãe de menina!

Sinceramente nunca tinha me imaginado mãe de serumaninha. Sempre achei que teria um menino! Acredito que a convivência com irmãos,primos, e o fato de ser tia de dois menininhos me influenciava bastante.

No dia em que o médico me falou que estava a espera de uma menina,eu confesso que me deu um baque! Fiquei sem palavras. Saímos da clínica e fomos a um hipermercado  e eu fiquei olhando roupinhas sem dizer uma palavra até que meu marido quebra o silêncio:

Você queria menino né? Está rejeitando a nossa filha!

Não! Claro que não!Eu respondo prontamente!

 A verdade é que eu não sabia ao certo o que estava sentindo,só sei que era muito intenso e desafiador.

Colocar outra mulher no mundo na minha opinião,me remete automaticamente as dificuldades que nós  enfrentamos todos os dias,em todas as áreas. Estou longe de ser feminista,mas eu concordo que a maré não está para peixe para quem nasce mulher e principalmente para quem se torna mãe. A gente tem que matar um leão por dia para sobreviver nesta selva cheia de gente insensível,tanto homens,quanto mulheres.

Pensei também na minha relação com minha mãe, por vezes conflituosa. Hoje, eu a entendo muito mais. Eu sei que é clichê,mas a gente só vai entender nossa mãe quando a gente tiver um filho. Não duvide disto!

Me veio a cabeça a Helena me desafiando,me deixando louca quando chegasse a adolescência. Aos três anos,ela já me desafia. Na verdade, acho que já dá o recado dela desde que entrou na minha barriga.

Eu nunca fui uma “mãe de menina clássica”. Não me enquadro naquele perfil de quem enfeita a cria toda, de quem a trata feito uma bonequinha. Mas não tenho nada contra isto,não tenho nada contra o rosa. Minha filha brinca de boneca,usa vestidinho, eu me encanto sim com “coisinhas de menina”,mas acho que vai muito além disto! Acho graça quando alguém diz que quer ser mãe de menina porque tudo de menina é mais bonito,é delicado… Isto é só o começo da coisa minha amiga.

Aprendi também ao ser mãe de menina que nesta relação você sempre será a coadjuvante. O pai sempre será o protagonista, o herói. Você pode ficar o dia todo cuidando, mas quando o pai chegar em casa, ela vai correr para os braços dele,vai fazer a maior festa e vai esquecer da sua existência por uns minutos!

Ser mãe de menina é desafiador sim!!!! Se é diferente eu não sei porque ainda não tenho outro serumaninho para comparar, mas eu acredito que seja sim.

Apesar de todos os desafios,agradeço a Deus pela dádiva de colocar outra mulher no mundo! E isto não é pouca coisa não gente!

 

♥♥

 

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Site Pixabay 

 

 

 

 

Você não sai desse celular! Crônica de um celular materno.

Olá!

Você não sai desse celular! Meu Deus,quantas vezes nesses últimos meses eu já escutei essa frase do meu marido, sendo que já  foi motivo de  muita briga entre nós. Até minha filha, começou a fala para eu largar o celular. Em seu idioma próprio, ela fala mais ou mesmo assim: Deixa o celular!

Eu nunca fui das mais viciadas em celular. Tinha aqueles simples mesmo. Durante muito tempo,meu celular nem câmera tinha. Depois comecei a usar um mais moderninho que me permitia acessar o Facebook e por último veio o Whatzapp!

Nesse meio tempo me tornei mãe e parei de trabalhar fora. Isto definitivamente mudou minha relação com o celular,que perdeu o status de aparelho eletrônico para se tornar quase que um membro da família. Tem horas em que meu marido fala que eu sou casada com o celular.

Mas afinal mulher porque você fica tanto neste celular? Ele me pergunta furioso.

Vem cá,deixa eu te contar uma coisa! Você já foi dona de casa e mãe em período integral,morando em um bairro longe de tudo e de todos? O celular já foi sua única janela para o mundo,praticamente seu único contato com o mundo externo e adulto?

Não???

Então deixa eu te falar uma coisinha: Eu fico no celular sim! Eu preciso dele sim! Ele me faz companhia sim! Muitas vezes faz mais companhia que você,sempre cansado e por vezes chato!

Tenho certeza que outras mães se sentem assim! Vendo a vida passar lá fora ,sentindo a angústia de viver em uma sociedade que nos cobra o tempo todo que sejamos perfeitas! Afinal,não é a maternidade a grande realização da mulher?

A verdade é que na maioria das vezes estamos sozinhas,suplicando por um minuto de atenção,porém percebemos que as outras pessoas estão muito ocupadas com suas vidas,que seguem o curso e nós aqui…

 E por muitas vezes você se sente uma a toa,enviando aqueles áudios nada a ver,fotos das gracinhas do seu filho (que ninguém tá nem aí), mensagens engraçadinhas  que as pessoas respondem com uma carinha,respondem por responder (tá, também faço isto,principalmente com aquela outra mãe que eu sei que vai falar de assuntos… de MÃE!). Porém,você se dá conta de que está sempre ali,pronta para responder,mas que as pessoas do outro lado não.

“Hoje estou agarrada aqui no serviço,daqui a pouco falo com você”

Alguns simplesmente não respondem…

Vida que segue!

Mas de repente, eis que chega uma notificação!Sim! Nossos olhos brilham. Será que alguém quer falar comigo? Na maioria das vezes é do grupo de mães, com aqueles assuntos que você já está saturada,mas pode ser que seja algo diferente… Deixa eu ir lá ver…  Pode ser que alguém se lembre que eu estou aqui…

♥♥

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Casal faz ensaio com o tema : “Não estamos grávidos”

 

Olá!

Ensaio fotográfico!

Nunca se viu tantos… a todo o momento! Se você não fez, vai fazer algum dia.

Eu ainda não me rendi a esta nova moda mas não tenho nada contra, afinal,cada um faz aquilo que achar que deve. Só estou mencionando aqui a quase obrigatoriedade das pessoas de fazer ensaio de tudo hoje em dia. São muitas fotos de  grávidas e famílias em cenários bucólicos para registrar cada momento da vida em família. Se não for assim,eu nem vou.

Os ensaios fotográficos estampados nas redes sociais para mim refletem também uma necessidade de mostrar que somos felizes,lindos,perfeitos e férteis. Olha minha barriga aqui,olha meu filho recém nascido aqui!

Lendo uma matéria no site Mundo Ovo (Clique Aqui) sobre um casal que fez um ensaio para anunciar sua infertilidade eu fiquei pensando no outro lado da moeda.

Não,você não leu errado! O  casal fez fotos para  anunciar seus problemas com a infertilidade. Tenho certeza de que isto foi uma crítica as cobranças e aos muitos comentários insensíveis  com os quais eles tiveram que lidar durante os sete anos de tentativas frustradas de uma gravidez. Eles fizeram as fotos clássicas “anunciando a gravidez” e em outra foto mostraram o outro lado: de quem passa pelo problema da infertilidade.

 

 

 

 

 

 

As fotos me fizeram refletir sobre o quão difícil é passar por um problema assim e o quão insensíveis as pessoas podem ser. Se você conhece alguém que passar por esta situação, apoie, mas não seja indiscreto,não faça perguntas sobre o assunto, não cobre! Vamos ter empatia sempre!

Mas esta história teve sim seu final feliz! O casal Spencer e Whitney Blake adotou duas crianças. Olha eles aí lindinhos em família!

 

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Veja todas as fotos do ensaio aqui: Aqui

Fonte pesquisada: Site Mundo Ovo