Precisamos falar sobre as crianças e o You Tube

Olá!

Faz muito,muito tempo que não escrevo nada aqui. Como vão vocês? Enlouquecendo com as crianças em casa o dia todo durante a pandemia ou seguem plenas?

Bom,se você respondeu a primeira opção,estamos juntas amiga. Mas tudo isto vai passar. Esperamos.

Hoje eu vim aqui falar de um assunto que está bombando nos top trends da vida: o caso da you tuber Bel e seus pais supostamente abusadores emocionais. Para você que não sabe quem é Bel e muito menos está inteirado do caso,uma rápida explicação:

Bel é uma menina de 13 anos que desde os seis,tem um canal no You Tuber em que ela, os pais e a irmã mais nova, de uns 4 anos fazem vídeos com vlogs da rotina, desafios (alguns bem bizarros) e todas aquelas coisas que esses canais já mostram todos os dias.

Acontece que o público começou a questionar as atitudes da mãe da garota (o api, como sempre se safa) alegando que ela é abusiva, pois além de submeter a adolescente a situações vexatórias desde criança, também a impede de crescer, a deixando sempre na posição de criança, mesmo já tendo 13 anos.

Não quero aqui condenar ou absolver ninguém,até porque as entidades competentes farão este papel (mesmo a internet já ter dado o veredito). O que quero refletir aqui é que o caso Bel é somente a ponta do iceberg desse terreno sem lei chamado: crianças no You Tube. O que a princípio era diversão,muitos fazem hoje sua profissão e ganham dinheiro (e muito dinheiro) expondo seus serumaninhos sem dó e piedade. E tem de tudo: criança vomitando após comer uma mistureba preparada pela mãe, criança sendo gravada chorando enquanto toma vacina, criança sendo gravada doente, internada em hospital, primeiro dia de aula, enfim… Tem de tudo um pouco. E enquanto isto,os pais estão ali gravando e pedindo likes !

Não sejamos hipócritas. Essas pessoas fazem isto por dinheiro sim! E estas crianças estão trabalhando sim! Mesmo que seja proibido a uma criança ou adolescente exercer qualquer atividade profissional, salvo em caso de aprendiz e a partir dos 14 anos. Aliás, essa sempre foi uma questão em relação as crianças que trabalhavam na TV apresentando programas ou atuando em novelas. Tanto que atualmente elas estão cada vez mais sumidas de la´. As emissoras estão evitando ao máximo problemas com a justiça.

E toda a loucura da superexposição das crianças na TV durante as décadas passadas foi transferidas para o You Tube e tendo a chancela dos próprios pais. Se antes, elas tinham empresários,hoje os seus genitores é quem fazem tudo,abocanhando uma generosa fatia do dinheiro que elas ganham do You Tube. Para saber quanto ganham esses canais,basta dar uma passadinha no site Social Blade. Você ficará espantado com a quantidade de dinheiro que esse povo embolsa.

Clique Aqui 

A violência que essas crianças sofrem é disfarçada de brincadeira, do discurso de que fazem porque gostam, porque querem. O fato é que elas estão ali exercendo um trabalho e portanto,seus pais estão cometendo um crime. Toda a discussão em torno do assédio psicológico que elas sofrem é absolutamente válido porém isto é mais um detalhe dessa prática leviana imposta pelos pais, que fazem de seus filhos, os provedores da casa. Para mim,segue aquela máxima sempre: Criança não trabalha. Criança dá trabalho ( e muito por sinal).

Cabe as autoridades competentes proibir este tipo de prática e excluir definitivamente todos os canais infantis do You Tube. Estou sendo radical? Talvez. Porém quando se trata de proteger uma criança, para mim não existe meio termo!

♥♥

 

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♥♥

 

 

Doce Esther

Olá!

Estes eu estou fazendo um teste de como será meu retorno ao trabalho. Comecei meu estágio obrigatório em uma escola particular  perto da minha casa. Inicialmente eu pensei em fazer em uma escola pública para ter uma experiência diferente, cheguei até a ir em uma, mas diante da recepção pouco simpática por parte da direção, resolvi continuar na escola em que eu já havia feito estágio em 2018.

Desta vez estou em uma sala de segundo ano, com crianças entre sete e oito anos de idade. As crianças são basicamente as mesmas com quem eu convivi semestre passado e uma delas me chamou atenção desde o primeiro dia: Esther.

Esther é uma menina linda, de cabelos lisos e negros (agora mais curtos), bem alta ( acho que a mais alta da sala). Ano passado já no primeiro dia ela se destacou entre os demais para mim ao vê-la chorando dizendo que queria a mãe. As crianças estavam em uma quadra onde acontecia um evento com os mascotes de dois times aqui de BH. Eu quis logo acolher a menina. Grávida na época, super sensível, pensei logo na minha filha que deixara em casa. Fui logo abraçando e tentando de alguma forma acolher aquela menina. Porém, diante da reação da professora, que a repreendeu, dizendo que ela já era grande e que não havia motivo para chorar, eu fiquei mais na minha.Esther definitivamente tinha sérios problemas em acompanhar a turma. Ela não conseguia fazer as tarefas a tempo,estava sempre atrasada e eu estava lá para ajudar.

Em 2019 retorno a sala para um novo estágio e eis que me encontro novamente com ela chegando atrasada e já falando que ela estava com um penteado diferente. Fico feliz em ver que ela progrediu na escrita e que já não tem tantas dificuldades. Porém,meu entusiasmo é interrompido ao ver que as outras crianças não gostam de Esther. Ela é ignorada, não é escolhida para o time na hora da educação física. Fica ali, parada, sozinha na fila, já que todos os outros foram escolhidos. Nunca tem dupla, nunca tem grupo. Aquilo é uma facada no meu coração.

-Como crianças podem ser tão más? Eu penso.

Em um determinado momento,não aguento e pergunto para outra menina porque ninguém escolhe a Esther e ela me responde:

Porque todo mundo acha ela chata!

Na verdade, o que as crianças chamam de chatice, eu investido e fico sabendo que a menina já está na terapia e que tem “um pequeno atraso” segundo a professora, que a chama de bebezona.

Talvez seja minha empolgação de quase professora que quer mudar o mundo, mas eu não consigo ficar inerte diante de uma situação dessas. Fosse eu já teria trabalhado isto com a turma, movido céus e terra para que Esther não fique mais sozinha e não sobre na hora da escolha do time.

O problema é que meu estágio já está acabando e eu não tenho autonomia e tempo para fazer muita coisa. Mas que eu vou tentar ajudar a Esther, ah isto eu vou…

De qualquer forma, no meu coração ela já é a minha preferida. Eu escolho você doce Esther.

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Meus Serumaninhos ♥♥

Olá!

Mais uma vez inicio este post com o tradicional: Faz muito tempo que não apareço aqui, rsrsrs.

A vida está muito,muito corrida. Agora sou mãe de dois serumaninhos: Helena, que já é conhecida aqui e João, que aos poucos vocês vão conhececendo! Confesso que tenho me sentido exausta dos pés a cabeça, principalmente a cabeça! hehehe Incrível como 4 anos entre um filho e outro fazem diferença. Já tinha perdido o costume de algumas coisas. Porém percebi que ainda sei fazer tudo (ainda bem). E agora eu sou bem menos exigente comigo.Não sinto tanta culpa,não sou tão neurótica! Me tornei uma mãe mais zen!

Poém só para o João! Para a Helena eu continuo a mesma super protetora de sempre! Não é uma questão de amar um mais que o outro. Eu amo meus dois serumaninhos da mesma forma, mas é que o segundo filho me trouxe menos cargas de culpas e medos nas costas. E meu menino é assim, risonho que só ele!Apaixonado pela irmã, que se mostrou uma cuidadora exemplar. Nessas horas que eu percebo que apesar de todo cansaço eu fiz a melhor escolha, eu dei o melhor presente que você pode dar a um filho:

Um irmão! ♥♥

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Perfeita não é a mãe!

Olá!

Finalmente encontro um tempo (na verdade,tenho muitas outras coisas para fazer), mas eu precisava falar, ou melhor, escrever.

Mãe de um recém nascido e de uma menina de quatro anos, tempo é algo que definitivamente ficou escasso para mim. Só esta semana consegui fazer as unhas (só as do pé) depois de quase dois meses (a última vez foi para ir para a maternidade), os cabelos eu não lavo há duas semanas. Este foi hoje inclusive motivo de discussão aqui em casa,já que meu marido mais uma vez me deixou para escanteio na tarefa de olhar as crianças para eu conseguir dar um jeito nas madeixas hiper cacheadas e fazer aquela escova básica em casa mesmo.

E então em minhas andanças pelas redes sociais (sim,eu uso muito o celular , me julguem!). Meu marido aliás me disse  que eu fico o dia inteiro no celular. Então tá! Quem será que olhou seus filhos então? Deu banho, deu mamadeira, fez a comida,lavou a roupa, ninou nas crises de cólica, trocou a fralda, deu o remédio… Ah sim,deve ter sido algum ser invisível que apareceu aqui.

Mas continuando…

Em minhas andanças pelas redes sociais me deparo com a notícia de que a “irmã de Zezé di Camargo”, escrito assim mesmo  sem o nome da moça, que aliás é Luciele,havia feito um desabafo na internet sobre as intermináveis horas em que se dedicou aos filhos e a casa e que não havia feito nada para ela o dia todo. Quem nunca?

Pois bem, fui ler os comentários (viciada que sou) e alguns me deixaram  de cabelo em pé. A mulher chamava a geração de mães de hoje de egoísta, que não há nada melhor do que ver os filhos felizes (isto eu concordo), e que a mãe deve se doar totalmente aos filhos, que nos dão um amor incondicional e blá, blá, blá..

Outra soltava o clássico : Porque teve filhos então?

Gente! Para!

Onde está escrita essa lei de que mãe não é ser humano? De que não temos o direito de estarmos cansadas e sobrecarregadas? Que queremos sim ter um momento para nós, que queremos lavar os cabelos, fazer as unhas, assistir nossas séries e novelas preferidas, ficar no celular ou simplesmente não fazer nada? Me digam!Não é porque a gente não tem tempo para fazer isto, que não queremos fazer. É aquela máxima: Uma mãe cansada, não está cansada de ser mãe!

Mas cadê que a gente pode reclamar? Cadê que a gente pode desejar? A nós é dado apenas o direito de se mostrar plena 24 horas por dia, mesmo estando gritando de desespero por dentro. Desespero de quem ficou a madrugada sem dormir, de quem está cansada de receber críticas, de quem trabalhou o dia todo sem parar e ao final do dia quando pega o celular um pouquinho tem que ouvir o hino:

Cansada de quê?

É por estas e outras que eu digo não a maternidade “Revista Caras”. Eu deixo filho no celular sim para ter um pouco de sossego, eu desisti de amamentar sim, quando vi que não ia para frente, eu dei mamadeira, eu pedi cesárea por não querer sofrer no parto, eu dou miojo quando estou com preguiça de cozinhar sim, eu esqueço a hora do remédio, eu acho um saco ficar brincando de casinha, eu surto,eu grito!

E nada! Nada disto me faz amar menos meus filhos . Não sou a melhor mãe,mas sou exatamente a mãe que eles precisam que eu seja. É para o meu colo que eles vão correr sempre e não para o de quem me critica!

Por hoje eu só quero menos julgamento e mais empatia.

♥♥

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O novo integrante da Família

Há 25 dias recebemos em nossa casa um novo integrante. Ele chegou de forma tranquila, em um domingo de manhã. Tudo planejado,aguardado, metodicamente preparado. Chorando forte, fazendo xixi na pediatra e com um excelente apgar.

Assim chegou João Pedro pelas mãos do Dr. Cláudio Miranda,um verdadeiro anjo na minha vida! Gratidão eterna!

E  nossa família se transformou,nossa rotina… Helena agora é irmã mais velha e eu sou mãe de dois, mãe de menina e de menino.

Um turbilhão de sentimentos ainda está aqui, por muitas vezes me deixando louca e melancólica! Na hora da correria, de ter que atender os dois, de tentar administrar tudo ao mesmo tempo. E ainda tem o marido,renegado a segundo,terceiro plano.

Muitas vezes eu me acho corajosa,outras vezes,louca e sempre muito,muito agradecida!

Só peço a Deus que sempre proteja meus serumaninhos e que apesar dos meus muitos erros, eu consiga acertar também. E que em meio aos gritos, falta de paciência, crises de choro,nunca nos falte amor!

♥♥

 

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Estou indo para a escolinha…

Olá!

Faz tempo que não apareço aqui eu sei…. Estes dias tem sido bem corridos sobretudo porque um dos momentos mais temidos por esta mãe chegou… O momento de minha pequena ir para a escola.

Confesso que já tive insônia pensando em como seria esta adaptação de ambas as partes. Durante quase quatro anos fomos praticamente só nós duas quase o dia todo vivendo nossa rotininha a qual estamos tão acostumadas.

Me sinto feliz de ter esperado até aqui e colocado minha filha na escola com uma idade que eu acredito ser ideal para ela,próximo dos quatro anos e também por ela estar em uma escola em que eu senti o acolhimento necessário que toda criança deve ter.

Me surpreendi bastante, foi mais tranquilo do que todo medo que minha mente de mãe super protetora criou durante anos. Teve choro? Sim,teve. Teve mãe escondida no banheiro chorando de dó da filha, teve… Mas teve também orgulho da minha menina toda linda me contando da escolinha, teve alegria de ver seu sorriso ao me ver indo buscá-la na  hora esperada do reencontro. E tem uma mãe que pode agora ter um tempo para ela, pra estudar ou simplesmente para não fazer nada (ainda com aquela culpa básica né). Teve filme passando pela cabeça ao me ver ali no meio de outras mães a espera dos filhos. Pensei em mim criança há tanto tempo atrás, ao mesmo tempo em que me assusto ao ver que passei de menina que levava a mochila a mãe que prepara a lancheira.

Vida de mãe é assim, a cada dia novos desafios. É a felicidade de ver o filho crescer somada ao medo de saber que você agora não vai estar o tempo todo com ele. É dar lugar a novos personagens: a professora, os amigos…

Posso dizer que sobrevivi! Com alguma lágrima, com alguma culpa… Normal… Coisa de mãe.

E eu só posso pedir a Deus que te proteja sempre minha pequena… Eu estarei aqui olhando o relógio, contando o tempo para ir te buscar!

E que venham novas experiências!

 

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♥♥

Cada criança é uma bênção

Olá!

Com a chegada da internet e mais precisamente das redes sociais,tudo acaba virando um grande espetáculo,sendo visto e compartilhado com milhares de pessoas todos os dias. Anônimos e famosos ou anônimos que desejam ficar famosos,mostram suas vidas e o que andam fazendo de mais interessante ou o que pensam ser interessante.

Nos últimos dias o que mais me chamou atenção foi o nascimento da filha da Sabrina Sato, ex participante de reality show,tão acostumada com os holofotes e que fez de sua gravidez um acontecimento nacional e quiçá mundial. Sabrina definitivamente roubou o lugar que antes era ocupado pela apresentadora Xuxa, de grávida mais comentada do país. E a pequena Zoe destronou Sasha, que há 20 anos eram a recém nascida mais famosa do Brasil, sendo matéria de um Jornal Nacional inteiro. E olha que naquela época, praticamente ninguém tinha internet. Rede Social então nem existia.

Fico pensando se as pessoas estão perdendo um pouco a noção do que é público e do que precisa ser mostrado. A hora do parto,momento tão íntimo, que deveria ser celebrado entre os mais íntimos,sendo colocado ali diante dos olhos de todos. A mãe triunfante, surge maquiada e muito bem amparada, com todos os recursos possíveis a seu dispor. No parto das famosas não há falta de respeito, não há violência obstétrica, até a dor parece ser mais branda. E dias depois  vêm a barriga trincada exibida como troféu nas redes sociais.

E é neste momento que vem o estranhamento. Você pensa  na sua dor, na sua cara atropelada do pós parto e muitas vezes na falta de respeito que sofreu, na violência a que foi submetida e não se enxerga naquela cena perfeita de mulher linda e plena dando a luz.

E é aí que mora o perigo. O perigo de nos acharmos menores,menos fortes e menos capazes. Não aguentamos as 24 horas de trabalho de parto,não aparecemos maquiadas nas fotos, não enfeitamos uma ala inteira de uma maternidade, não temos barriga trincada nem agora, anos após o parto,não somos capa de revista…

Mas será que é isto que realmente coloca uma mulher e bebê que acaba de chegar em um patamar de importância? A forma como se nasce… Em uma maternidade chique ou em uma ala conjunta no SUS? De parto dito normal após horas de dor ou em uma cesariana agendada por opção? Em ser uma mãe holofote ou uma uma ilustre desconhecida?

Não somos todos seres humanos? Não deveríamos ser reconhecidos da mesma forma?

Que possamos olhar cada nascimento como um momento único e especial. Cada criança sendo um verdadeiro milagre: amada,esperada e abençoada…

Que assim seja!

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Estou indo para a escolinha…

Olá!

Em 2019 se Deus quiser minha serumaninha finalmente vai para a escola. Digo finalmente porque não passa um dia em que não escuto a famosa frase vinda de conhecidos e até de gente que eu nunca vi na vida.

Ela está na escolinha?

Helena completa 4 anos em março e sou obrigada por lei a colocá-la na escola. Farei isto não por obrigação,mas por sentir que está na hora de ela ir mesmo. O que me causa estranheza é que as pessoas me olham torto por eu ter optado em não matriculá-la antes. Parecem pensar que ela vai ficar atrasada ou que eu estou sendo irresponsável. Eu sou super a favor de que criança tem que ir sim para a escola e definitivamente não sou adepta do homeschooling (escola em casa) . Mas também não sou a favor de colocar a criança muito cedo na escola. Fui matriculada aos seis anos e não tive nenhum prejuízo com relação a isto, pelo contrário,aproveitei bastante minha primeira infância brincando e praticando o ócio.

Também não quis colocar minha filha em período integral e acredito que esta não é a melhor opção para a criança a não ser que os pais definitivamente não tenham outra alternativa. Se é cansativo para um adulto trabalhar o dia todo, porque não seria para uma criança ficar o dia todo na escola?

Futura Pedagoga que sou, não entendo essa necessidade das pessoas de encher as crianças de atividades cada vez mais cedo e de alfabetizar muito cedo também. Educação infantil é para brincar e não para aprender a ler. Tudo tem o seu tempo e acelerar este processo só piora as coisas.

Ainda não decidimos se vamos colocar na escola pública ou particular (muito provável particular). Quando as coisas estiverem certas, venho contar para vocês como foi o processo de escolha e o que levamos em consideração.

Confesso que já estou sofrendo, hahahahahaha

Mas este com certeza é um grande marco de desenvolvimento na vida da minha pequena e o segundo corte do cordão umbilical,rsrsrsrs.

Lembro com carinho do  meu primeiro dia de aula nos já distantes anos 80. Foi super tranquilo e feliz  e assim desejo que seja com minha filha!

 Ah.. Minha Escola Infantil Abelhinha Feliz.

Saudades!!!!!

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Crônicas de mãe… Era uma vez um banheiro de porta fechada

Olá!

Faz muito,muito tempo que eu não apareço aqui. Me perdoem. Para variar estou muito,muito e muito cansada. A serumaninha está ótima graças a Deus com suas brincadeiras e seus chiliques de criança de três anos. Agora resolveu não me deixar ir ao banheiro de porta aberta.

Tenho medo de porta fechada mamãe!

E quando eu resolvo fechar a porta ela abre o berreiro,bate na porta e se senta no tapete do lado de fora. E lá vou eu fazer número 1 e número 2 de porta aberta. Fecho a janela do quarto em frente porque ninguém é obrigado né.

Pergunto para Helena porque ela não quer que eu feche a porta e ela responde no alto de sua sabedoria:

Porque sim!

Então tá…

Hoje teve até cadeirinha da disciplina a lá Super Nanny. Não deu muito certo,posso afirmar.

Estes dias teve de tudo: ela escondendo R$5.00 que eu tinha dado para segurar. Nunca mais achei o bendito dinheiro.

Ok, antes 5 do que 50.

Passa pela minha cabeça que estes comportamentos sejam um reflexo da chegada do irmãozinho daqui há alguns meses. Acredito que  tenha percebido que em breve não terá nossa atenção exclusiva .

E entre chiliques e amores vamos seguindo:

Mamãe,você me adora?

Eu gosto da mamãe!

Eu sou o bebê da mamãe!

Com certeza Helena. Você é sim e sempre será. Pode ter mil anos que será!

E lá vamos nós!

Descansar porque finalmente a serumaninha resolveu dormir…

Ufa!

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♥♥

 

A felicidade que deprime…

Olá!

Basta uma pequena passeada pelo Facebook para eu começar a me deprimir. Já tentei me livrar desta rede social várias vezes mas sempre desisto. Dia desses eu desinstalei o aplicativo do meu celular,mas mesmo assim ainda acesso pela web. O Instagram é ainda mais depressivo para mim. Ainda bem que não me apeguei a ele . Tenho ma conta, mas não acesso há séculos.

O que me incomoda nas redes sociais é a perfeição ou a incessante busca por estampá-la ali diante dos olhos curiosos do público. Tenho uma certa dificuldade em ser metódica, em querer tudo certinho o tenho todo. Quando vejo as fotos, as postagens eu me sinto um ET. Tem gente que troca de foto de perfil como troca de roupa. Todo mundo ali é tão bonito e tão perfeito que eu começo a pensar se só eu que sou imperfeita mesmo. Se sou só eu que não faço a unha há tempos, se sou só eu que ando descabelada o tempo todo, se só só eu que não tenho uma foto ou uma coisa extraordinária para postar todos os dias.

Minha vidinha pacata e sem grandes aventuras não daria ibope, não renderia curtidas. Eu não viajei, não fui promovida,não fiz aquela festa astronômica para minha filha, eu não fiz aquelas ensaios de família perfeitos para dizer ao mundo que minha vida é maravilhosa!

Esta necessidade de perfeccionismo parece ter invadido tudo! Os bolos de aniversário antes cheios de sabor, hoje são fake, feitos de isopor. E alguém come bolo de isopor? Não,claro que não. Mas o bolo precisa sair bonito na foto né? O sabor ninguém se importa muito. Afinal,não conseguimos publicar sabor nas redes sociais…. Ainda…

Crianças sempre lindas,  com cenários maravilhosos. É a era do bebê Newborn! Tudo tem que ser milimetricamente pensado. Nada pode sair do lugar. Mães que acabaram de dar a luz em fotos plenas de felicidade para depois viver um puerpério daqueles. Mas o que importa isto? Ninguém publica baby blues nas redes sociais. E se publica, a gente vai criticar. Aqui não é lugar para depressão não. Porém eu cheguei a conclusão de que a “felicidade” deprime. Contraditório,mas verdadeiro.

Pensando bem acho que nasci no tempo errado. Eu não consigo me adaptar a este mundo que me cobra felicidade o tempo todo. Tenho saudades de uma época em que o legal era rir de si mesmo e que as boas lembranças valiam muito mais do que uma foto no perfil…

♥♥

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Sobre ter ou não ter filhos…

Olá!

Em conversa com uma amiga de infância dia  desses, ela me falou que não pretendia ter filhos. Que iria se casar e viver feliz com o marido,viajando, curtindo a vida e que no meio de tudo isto não haveria espaço para filhos.

Eu então comecei a falar sobre minha experiência com a maternidade, quase como se estivesse fazendo uma confissão. Disse que o mais difícil para mim é ter que dizer adeus a pessoa que eu era e receber a nova pessoa em que me transformei partir do momento em que minha filha nasceu.

E aí ela me disse sem rodeios:

Eu não quero dar adeus para quem eu sou não…

Se fosse há um tempo atrás eu tentaria argumentar falando das maravilhas da maternidade, que ser mãe é a experiência mais linda que existe e blá,blá,blá…

Realmente, é tudo isto que eu falei aí em cima. Mas tem o outro lado também, o lado B,o lado nada fácil e muitas vezes enlouquecedor. E é aí que talvez sim,muitas mulheres não tenham esta vocação, definitivamente não tenham nascido para tal. E não há nada de errado nisto. Elas podem ser felizes sim sem filhos. Ter filhos não é o caminho para a felicidade.Não ter filhos também não.

Para mim, é cada um na sua!

Eu não imagino a minha vida sem meus filhos! Filhos sim,no plural. Há quatro meses eu descobri que vem aí meu segundo serumaninho ou serumaninha. Não sei ainda. Só sei que é muito esperado e muito amado. Veio depois de uma perda muito dolorosa para mim, que já contei aqui no blog.

Prometo contar tudo a respeito dessa maravilhosa novidade!

Helena promovida a irmã mais velha e eu promovida a mãe de dois…

E lá vamos nós!!!!

♥♥

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Liberte-se!

Olá!

Em minhas andanças pelo Facebook me deparo com uma propaganda com a seguinte frase:

“A mulher moderna é empoderada,trabalha fora e dá conta de tudo com maestria.”
Logo pensei: Então eu sou do tempo das cavernas porque não sou nada disto aí!
Aliás, ontem mesmo eu estava pensando no porquê de a gente ter que ser um monte de coisas só para tentar se encaixar em um esteriótipo de mulher ideal.

Desde quando a mulher precisa dar conta de tudo? E com maestria ainda?

É exatamente por isto que muitas mulheres,muitas mães estão a beira da loucura com tantas coisas para fazer, sem tempo algum e sem ninguém para ajudar. Uma somatória de afazeres e ainda por cima tem que ser empoderada (seja lá o que isto representa na sociedade atual), ter o corpo em dia (sim, porque a mulher do Gustavo Lima exibe barriga chapada um mês depois de dar a luz), ser bem sucedida profissionalmente e ainda ser uma mãe maravilhosa, montessoriana, orgânica e gentil, que amamenta em livre demanda (sim porque a fulana amamentou a cria até os quatro anos de idade) ,fazer parto natural humanizado (sim,porque a princesa da Inglaterra saiu do hospital linda e plena um dia depois de parir!).

E assim vamos criando nossas culpas e neuroses sem nos dar conta de que cada mulher é única, cada mãe é única com suas dificuldades e habilidades e principalmente suas escolhas!

Claro que eu retruquei na hora o post. Eu não sou uma máquina que precisa dar conta de tudo com maestria. Aliás,até as máquinas falham, dão “biziu”. Então porque eu, uma simples mortal preciso ser perfeita em tudo?

Vamos nos disciplinar para não cair nesta armadilha? Pensou em sentir aquela culpa boba? Pare,respire fundo e jogue fora! Menos uma culpa para a conta! Tenho certeza de que assim você vai ficar muito mais leve e feliz!

♥♥

 

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Ser mãe depois dos 30…

Olá!

É muito comum a gente ver matérias em sites,blogs e programas de TV sobre a maternidade após os 30,35,40 anos. Sempre a mesma coisa: que as mulheres estão adiando a maternidade para se estabilizarem profissionalmente, que ser mãe depois dos 30 é muito melhor porque a gente é mais experiente, enfim…

Não gosto muito desses rótulos.  Para mim, mãe é mãe!

Mas vamos para a minha experiência!

Eu não adiei a maternidade em razão de uma carreira profissional. Para ser bem sincera eu nem sei se eu tenho uma carreira, hahahahaha. Me formei em Comunicação Social, exerci muito pouco e agora faço Pedagogia, um curso para quem ama a profissão mas que sabe que não vai ficar rico exercendo-a. hehehehe

Sempre coloquei na cabeça que se um dia tivesse que adiar alguma coisa na vida não seria  a maternidade. Na verdade eu achava que ia ser mais bem nova, lá pelos 20 e poucos anos. Mas as coisas fora acontecendo, ou melhor, não acontecendo e eu cheguei aos 30 solteira (noiva, pelo menos),sem filhos e sem uma carreira estabilizada. O jeito foi correr! Sim, correr literalmente contra o relógio biológico. E antes do primeiro ano de casada, eu já estava a espera da minha serumaninha.

Se eu pudesse escolher, teria sido mãe muito antes.Não somente pela questão física, mas pela maior facilidade de ajeitar as coisas depois da maternidade, literalmente vira sua cabeça de ponta cabeça. Recomeçar depois dos 35, 40 anos é bem mais complicado.

Acredito  também que existe aquele mito de a mulher que se torna mãe depois dos 30 é mais experiente, mais equilibrada. Tudo mentira! Em se tratando de ser mãe pela primeira vez, não importa a idade que você tenha: é um caos! Você vai se sentir insegura e com muito medo e vai se questionar diversas vezes se realmente tem o dom para a coisa!Mas calma aí que tudo se ajeita (bom,pelo menos eu espero)!

Meu conselho para você que já passou dos 30 e tem desejo  de ser mãe ,é:

Não adie mais!! Vá em frente! Encomende logo seu serumaninho, seja na barriga, seja no coração, através de uma adoção. O tempo não espera a gente criar coragem e o mundo não para para a gente pensar na vida. Quando menos se imagina, já foi e aí pode ser tarde demais!

E não tem como não deixar de falar aquela frase clichê: Tem coisas que você só vai saber como é,se  tomar coragem e seguir em frente!

Vamos lá??

♥♥

 

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Bolinhos de Chuva com amor!

Olá!

O dia dos pais passou e na correria eu não publiquei nada aqui sobre o tema. Mas de qualquer forma resolvi falar do meu pai…

Se fosse analisar pelo que é considerado um paizão hoje,  não encabeçaria a lista dos dez mais. Ele não foi do tipo que trocava fraldas (aquelas de pano mesmo), não era do tipo que brincava todo dia com os filhos com brincadeiras super legais e pedagógicas e muito menos tinha uma página no Facebook ou Blog para dizer o quanto é legal. Aliás, internet naquela época era coisa que não existia. hahahaha

Mas eu sinceramente não trocaria o meu pai por nenhum outro. Meu pai sempre foi exemplo de dedicação a família, de alguém que trabalha dia e noite em prol do bem estar dos filhos. Exemplo de fé e de honestidade. Pensa em uma pessoa caxias, que gosta de tudo certinho. É  o meu pai..

Ah, me lembrei de uma coisa muito legal que ele pai fazia…

Bolinhos de chuva!

Sim, aqueles bolinhos feitos de farinha e açúcar. Eu sinceramente nem gostava muito do bolinho em si (mas ficava quieta para meu pai não ficar chateado). O que eu gostava mesmo era da brincadeira. Era quando os bolinhos acabavam de ser fritos e a gente ficava tentando adivinhar com o que eles pareciam.

Com um cachorro, com um gato, uma tartaruga, um carro…

Isto sim era para lá de legal!

Eu te agradeço pai por tudo que o senhor fez por mim e por meus irmãos. O senhor é um paizão!

Agora que tal fazer bolinhos de chuvas para os netinhos?

♥ ♥

 

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Cinco nomes de meninas e seus significados

 

A escolha do nome é com certeza uma das etapas mais importantes da espera por um filho. Muitas pessoas já definem muito antes de pensar em ter filhos, quais serão os nomes dos seus futuros rebentos. Outras, escolhem o nome da moda, ou algum que de repente passa a soar como perfeita escolha.

Listamos aqui  de meninas que não são muito habituais nas listas dos mais populares no Brasil, mas que podem ajudar você que está na dúvida a se decidir.

Vamos lá?

Aurora–  Tem origem  no latim e  um significado lindo: Nascer do Sol ou Raiar do dia.

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Olívia– Eu amo esse nome! Acho delicado e forte ao mesmo tempo,rsrsrs. O significado não é dos mais interessantes, azeitona, hahahahaha. Mas nem por isto deixa de ser um nome encantador.

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Isabel– Muito menos popular que seu derivado Isabela, este nome tem um lugar no meu coração. Acho bem lindo. Significa pureza.

 

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Carolina–  Já foi bastante popular, mas ultimamente anda meio deixado de lado. Tem até doce batizado com este nome! Será que vamos ter alguma Carol vindo aí?

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Amanda– Significada “Amada”,  “Digna de Amor”. Um nome cheio corações. ♥

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E então? Alguns desses nomes é seu preferido ? Conta para a gente qual nome de menina faz seu coração bater mais forte.

 

♥♥

 

Obs: Todas as imagens foram retiradas da internet. Se você é a autora de alguma entre em contato conosco para que possamos dar os devidos créditos.

 

 

 

Dica de Canal no You Tube para mamães e serumaninhos

Olá!

O You Tube virou a televisão dos anos 2010 não há como negar. Canais com milhões de acessos e youtubers com milhões de seguidores estão por todo o lado. O problema é que esta ferramenta tão interessante e disponível ( de graça, só precisa ter acesso a internet) na maioria das vezes é usada para o lado errado. Milhares de canais que incentivam o consumo exagerado entre as crianças e pessoas ficando ricas as custas de propaganda disfarçada de vídeo inocente.

Então quando a gente acha um canal que vale a pena assistir, a gente compartilha, claro!

Vou tentar fazer uma série aqui com alguns que eu recomendo. Enquanto eu não tenho esse tempo, vou indicar um neste post:

Mamalenga  TV do Marcelo Serralva

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Conheci o canal por acaso, quando procurava músicas para cantar com as crianças da igreja. O canal é muito legal para professores e estudantes de Pedagogia, com muitas dicas de atividades e musicalização infantil.

Marcelo Serralva é músico, compositor e instrumentista e professor de musicalização infantil e também desenhista nas horas vagas.

Conheça mais sobre o trabalho dele Clicando Aqui

Além do Mamalenga TV ele também tem os canais Marcelo Serralva

É difícil a gente achar música de qualidade para crianças que fujam das que já existem por aí, super comerciais e pobres no quesito qualidade.

Helena ama as musiquinhas, inclusive a apresentação do dia dos pais na igreja foi do Marcelo. Outra música que ela ama é do ” Paca Chuva” como ela fala:

E claro, a filha dele eu nem preciso falar né.  Uma serumaninha linda de viver!

 Então aproveita a nossa dica e se inscreve no canal!

♥♥

Sete frases que irritam as grávidas!

Olá!

A gravidez é um momento muito especial carregado de expectativas. Mas as vezes as gravidinhas ouvem cada coisa! Selecionamos algumas frases ou comentários que na nossa opinião não devem ser ditos para elas! Vamos lá?

1-Nossa, você vai comer isto? Vai fazer mal para o bebê!

Está certo que toda grávida precisa cuidar da sua alimentação. Porém isto deve ser feito por ela, por um médico ou nutricionista e não pela “Patrulha dos Palpites Alimentares” de plantão. É muito chato quando a gente está se deliciando com aquela comidinha gostosa e calórica (de vez em quando pode né gente) e vem alguém alfinetando e dizendo que aquilo vai fazer mal ao bebê. Muito chato!

2-Tem certeza que é só um? Sua barriga está gigante! Olha que vem gêmeos!

Esta é clássica! Muitas vezes na gravidez a gente fica mais insegura em relação ao corpo! e aí vem aquela pessoa fazer piadinhas ou comentários dizendo ainda que de forma subliminar que estamos gordas! O jeito é fazer cara de paisagem e ignorar.

 3-Vai tentar parto normal né? É melhor para o bebê ou Faz cesária ou vai sofrer que nem cachorro!

Gente, o tipo de parto é uma decisão da mulher em concordância com o médico. Não meta o bedelho neste assunto. Não seja essa pessoa!

4-Vai colocar esse nome no bebê? 

Outra coisa que irrita uma grávida é alguém questionar o nome que ela vai colocar na cria. Você pode até não achar bonito, mas fique caladinho (a). Pode até sugerir algum nome,mas só se for muito íntimo, nível máximo.

5-Você não vai parar de trabalhar depois que o bebê nascer não né!

Outra coisa que só interessa a grávida e ninguém tem que perguntar ou questionar. A não ser que você for se oferecer para pagar os boletos dela,rsrsrsrs.

6-É menino! É menina!

Gente, será que as pessoas tem o poder de adivinhar o sexo do bebê? Porque todo mundo já vem com teorias. Sua barriga tá redonda, é menino. Você tá com espinha, é menina! Outra coisa que irrita é ficar perguntando toda hora se você já sabe o sexo (eu faço muito isto,mas irrita. kkkkkkkkkkkk).

7- Você queria? Foi planejado?

Porque as pessoas perguntam essas coisas? Dá vontade de responder?

Olha, eu levei um susto e no outro dia acordei grávida! hahahahahahaha

 

 

Bom,essas foram algumas frases ou comentários que eu lembrei. E você? O que não gosta que as pessoas falem quando você está grávida? Conta pra gente! Vamos adorar saber!

♥♥

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A mãe que eu sou e a mãe que eu achei que seria

A mãe que eu sou grita com a cria. Ela não tem tanta paciência assim quanto achou que teria.

A mãe que eu sou deixa a filha comer doce para conseguir fazer alguma atividade durante o dia. Ela não é tão rigorosa com a alimentação quanto pensou que seria.

A mãe que eu sou deixa a filha ver vídeo e jogar joguinhos no celular enquanto faz as refeições. Ela não é tão habilidosa para fazer a filha comer quanto pensou que seria.

A mãe que eu sou se sente cansada e fica de mal humor. Ela não está disponível 24 horas com um sorriso no rosto quanto achou que seria…

A mãe que eu sou é bem diferente da mãe que eu achei que seria. A mãe que eu sou tem defeitos.. . Muitos… A mãe que eu sou chora… tem medo… Se questiona o tempo todo se é boa mãe… Se culpa…

A mãe que eu sou é um rascunho da mãe que eu quero ser…

Mas pensando bem a mãe que eu sou é de verdade… de carne e osso… ela existe… E é cheia de amor!

E isto no final das contas é que o importa!!!

♥♥

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O livro que eu Li- Dica de livro e atividade- Por Céia Morais

Olá!!

 

Vamos de dica de livro e atividade?

 

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A Mocinha do Mercado Central

“Não sei quantas almas tenho” – Fernando Pessoa

Stella Maris Rezende, conhece esta pessoa? E Zoraida, Teresa, Simone, Miriam, Nídia, Gilda e Selma? – Não? Então deixe-me apresentá-las. Stella é uma escritora mineira nascida em Dores do Indaiá e as outras mulheres são personagens do livro: A mocinha do Mercado central. O mercado central, se você é mineirim, conhece. Não preciso apresentar, né?

Esse livro, ganhador do prêmio Jabuti de 2012, é voltado para o público juvenil e apresenta, através de Maria, a personagem principal, as viagens que ela fez para vários lugares desde que deixou Dores do Indaiá.

São várias viagens e acredito que elas não contam apenas a história de uma jovem que gostava de trocar de nomes, esses, ela escolhia a partir do significado que eles continham e assumia a personalidade de cada um, por exemplo, Zoráida, mulher cativante e sedutora. Em cada nome, uma personalidade, mas apesar de “tantas almas”, uma coisa não mudou: Quem as carregava. Apesar de que, após a andança, ela voltou mais experiente e diferente de quando partiu.

E foi depois de voltar para casa que ela novamente se encontra como Maria. Suas lembranças e histórias: o primeiro amor e até mesmo sua paixonite pelo ator Selton Melo (ele escreveu um prefácio lindo para o livro), estrupo, suicídio e tráfico, são dramas reais que ela tem que enfrentar até que sua história ganhe um ar de recomeço, liberdade, perdão, reencontro e descobertas.

Stella escreveu de forma poetizada, sútil e muito atual. O livro é de fácil leitura (o início nem tanto) e nos mostra que “a nossa essência é única. Apesar da possibilidade de variar o nosso nome”.

Mais sobre a autora Clique Aqui

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Compre o e-book Clicando Aqui

 

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O livro que eu Li- Dica de Atividade

 

Tem dica de atividade? Tem sim!!

 

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Dica de atividade: A cidade onde moro

É um jogo de perguntas e respostas para ajudar a criança a fazer referências sobre a cidade onde mora.

Materiais

Cartolina

Cola

Imagens variadas da cidade (praça, museus, fatos históricos, parques, etc.)

Recorte a cartolina (retângulo, quadrado ou círculo) cole em cada um deles as imagens selecionadas e escreva uma pergunta sobre ele, por exemplo:

O que é o que é: não sou doce mais me chamam de pirulito (praça sete / pirulito.). No outro lado do cartão pode-se desenhar uma interrogação, as iniciais do nome da cidade ou deixar em branco mesmo.

A cada carta, após a resposta dos alunos e a revelação da resposta, o professor (a) traz alguma informação sobre o determinado lugar, no caso do pirulito, poderia contar que o nome correto é obelisco e não pirulito e que se trata de um monumento e etc.

O que o aluno poderá aprender com esta aula

1) Conhecer a história da sua cidade a partir de sua própria história.

2) Identificar especificidades da sua cidade e de sua história a partir de registros de fatos e situações.

3) Conhecer e valorizar a cidade onde vive.

4) Conscientizar-se da importância de exercer o seu papel de cidadão na busca pela melhoria de sua cidade.

 

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Mamãe não quer brincar agora.

Olá!

A impressão que eu tenho é que as pessoas estão se tornando cada dia mais mecânicas e que nossas reações e sentimentos precisam ser automáticos. Um exemplo disto são as campanhas que eu vejo nas redes sociais falando sobre pais brincarem com os filhos. Recentemente uma reportagem mostrava crianças cantando uma música para os pais deixarem de mexer no celular e brincarem com elas.

Ah o celular. Sempre ele. O vilão da história. Ele que nos rouba o tempo de estar com nossos filhos!

Mas eu me pergunto: E quando ele não existia? Quem impedia os pais de  ter esses momentos com suas crias? A televisão? Os livros? O trabalho? O quê?

Brincar para mim é algo prazeroso, que deve preencher grande parte ( se não a maior) do cotidiano das crianças. É algo que eu já gostei muito de fazer. Brincar de boneca, de amarelinha, de pique esconde, de rouba bandeira…. Enfim… E tudo isto sem a intervenção dos meus pais. Eles nunca foram do tipo  que brinca com os filhos. Mas calma lá. Eu não tenho nenhum trauma com isto! Pelo contrário. Brinquei muito. Com meus irmãos, primos, colegas, amigos e sozinha! Sim, sozinha e envolta em minha imaginação eu já inventei muita brincadeira.

Mas hoje o brincar precisa ser institucionalizado,pedagógico, politicamente correto e com hora marcada. Depois de um dia exaustivo de tarefas, quando a gente está com as costas tortas de cansaço. Tem que brincar! Se não brincar não é boa mãe, bom pai. Se não brincar a criança fica traumatizada. E aí, dá-lhe culpa!

Que tipo de mãe ou  pai eu sou que não brinco todos os dias com meu filho?

Eu sou aquele (a) que brinca quando eu sinto vontade, que dá bronca também, que perde a paciência, que trabalha para oferecer bens materiais também, necessários.

Posso dizer sem medo que seus filhos não ficarão traumatizados se você não estiver sempre disposto a brincar com eles. Mas em contrapartida eles perceberão sim quando você brincar contrariado, de cara fechada, só para cumprir a obrigação do check list do “pai legal” ou “mãe legal”. Só para postar nas redes sociais:

“Olha como eu sou legal, eu brinco com meu filho”!

Não se sinta culpado se você não tiver paciência e não achar tão divertido assim brincar de carrinho, boneca ou bola. É normal, você cresceu!

Mas quando sentir vontade e for de coração, permita-se!!!

Não coloque mais esta culpa na sua conta. Está cansado? Vai descansar. Quer ficar uns bons minutos no celular ? Fique! Você é gente também! Não é só mãe, não é só pai. Você é um ser humano, dotado de outros interesses que não sejam somente a cria!

E fica tranquilo que seu filho vai entender, vai continuar brincando e te amando do mesmo jeito! Porque criança é mais simples do que a gente imagina. Adulto é que complica tudo!

♥♥

 

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Minhas séries preferidas ♥ #dicadamamae

Olá!

Como nem só de maternidade viverá uma mãe,resolvi escrever um post diferente contando para vocês quais são as minhas séries preferidas na Netflix.

Bom,antes de mais nada, eu não sou uma consumidora voraz de séries. Já comecei e deixei várias pela metade. A última que eu assisti do começo ao fim foi Downton Abbey, (que infelizmente saiu do catálogo no começo do ano). Eu  considero uma das melhores que já foram feitas apesar de não ser nada modinha.

Das séries mais populares digamos assim, a única que eu cheguei a pegar um amor foi Grey’s Anatomy, mas parei na nona temporada. Vez ou outra eu assisto uns capítulos e até gosto, mas depois paro. Digamos que é a minha entre safra de séries.

Estou esperando as novas temporadas de duas séries (como é chato esperar!). Se você não assistiu, que tal dar uma conferida?

Gran Hotel-   Definitivamente sou fã de séries “de época”, principalmente as que se passam no início do século passado. Acho tudo lindo, principalmente o figurino.

Gran Hotel é uma série espanhola com três temporadas. Achei tão boa que devorei as duas primeiras  no susto e agora espero ansiosamente pelo desfecho da história. Provavelmente a terceira e última temporada deve chegar no dia 20 de julho.

Bem parecida com Downtom Abbey, a série se passa em um grande e famoso hotel no início do século passado. A história gira em torno da família Alarcon e das tramoias de sua matriarca para continuar no poder. Em meio a isto temos o destemido Julio, que parte para o Gran Hotel em busca de respostas para o desaparecimento de sua irmã Cristina, que trabalhava lá como camareira. Romance, intrigas, disputas de poder e um pouco de humor marcam esta série que merece ser vista também pela bela recriação de época com destaque para os figurinos, lindos e impecáveis.

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A outra série que vou indicar é brasileira. Com apenas uma temporada( sete episódios) disponível até o momento, Samantha! é uma série bem engraçada e ao mesmo tempo melancólica. Contando a história de uma ex cantora e apresentadora infantil dos anos 80 ( uma espécie de Simony), interpretada por Emanuelle Araujo (ótima no papel) a série arranca gargalhadas e ao mesmo tempo uma nostalgia de quem foi criança nos loucos anos 80.

Samantha faz de tudo para voltar a ser famosa e rende momentos muito engraçados sobretudo para quem já passou dos trinta anos e lembra muito bem como eram os programas infantis daquela época, muito politicamente incorretos digamos assim. Com certo exagero (mas nem tanto) a série recria um programa infantil fictício meio Balão Mágico. E vale tudo: mulheres com roupas sumárias no palco, merchandising de cerveja feito por criança, uma caixa de cigarros como mascote.

A delícia desta série está exatamente quando Samantha relembra seus momentos de glória no comando do programa. Alias, quem vivenciou esta época se sente meio perdido assim  como a protagonista que reluta em crescer de uma certa forma, apoiada eternamente em um passado mais que distante.
Samantha é uma heroína torta digamos assim, mas não tem como a gente não torcer para que ela alcance a fama novamente. Tudo isto ás voltas com o ex marido presidiário e os dois filhos com personalidades bem diferentes da mãe. A filha adolescente é vegana quer salvar as abelhas e o filho está escrevendo sua biografia aos 8 anos de idade.

Mas chega de spoiller né? Melhor conferir conferir e vir contar para a gente o que achou!

♥♥

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Quatro dicas para evitar frustrações nas tentativas de engravidar- Vida de tentante

Olá!

 

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Quem está tentando engravidar sabe como é complicado dominar a ansiedade e ao menor sinal de que um serumaninho pode estar a caminho a gente já vai na farmácia comprar o teste de gravidez e muitas vezes vem a frustração de um negativo. Listamos então algumas dicas para se precaver e estar segura quando seu tão sonhado positivo vier:

Não faça teste de gravidez antes do atraso menstrual- Sei que é complicado mas o ideal é esperar pelo menos uma semana do atraso (se sua menstruação for regular) para fazer o teste de farmácia e pelo menos quinze dias para fazer o exame de sangue (Beta HCG). Para mulheres que tem a menstruação irregular, é prudente esperar mais tempo ainda. Pelo menos o dobro desse tempo para fazer o teste.

Não “crie” sintomas da sua gravidez– Eu tive uma gravidez praticamente assintomática. O único sintoma foi o atraso menstrual mesmo,Vejo muitas tentantes relatarem sintomas como enjoo, dor no “pé da barriga”, seios doloridos, enfim… Na esperança de estar grávida,qualquer coisa vira sintoma.

O vídeo abaixo relata em detalhes os primeiros sintomas da gravidez:

Grávida não menstrua– Muito polêmico entre as tentantes que muitas vezes relatam que mesmo tendo menstruado normalmente,estão com sintomas de gravidez e fazem o teste para se frustrarem. Grávida não menstrua. Uma coisa é incompatível com  a outra. Não importa se a “monstra” veio com menos fluxo, durou menos dias, veio com cor diferente. Se você está menstruada,não está grávida. Algumas meninas chegam a falar em nidação, que é o momento da implantação do embrião. Só que a nidação acontece bem antes do dia em que a menstruação está prevista para vir e na maioria das vezes não é percebida pela mulher. É uma quantidade mínima de sangue, sem fluxo,muito diferente da menstruação.

Abaixo um vídeo que explica detalhadamente a questão do porquê a grávida não menstruar:

Espere estar 100% certa da gravidez para contar – O 100% certa que eu digo é:

Para familiares mais íntimos- Apenas com atestado do médico de que a gravidez está evoluindo. Já contei aqui a experiência que eu tive com gravidez química e não foi nada legal. Clique Aqui. 

Não é pessimismo,mas nem sempre um positivo é um positivo. Leia meu relato que você vai entender.

Para amigos e outros- Aí minha querida é só depois do primeiro ultrassom com o coraçãozinho do serumaninho batendo a todo vapor.

Bom,espero que tenham gostado das dicas!

Muita fertilidade,muitos positivos e muitos serumaninhos a caminho!

♥♥

Mamãe vai trabalhar e já volta

Olá!

Esta semana eu comecei a enviar alguns currículos. Fazia muito tempo que eu não fazia isto. Estou há três anos e meio sem trabalhar fora, desde que minha filha nasceu.

Voltarei ao mercado de trabalho, porém em doses homeopáticas. Acabei de passar para o quarto período de Pedagogia (parabéns para mim) e busco uma oportunidade de estágio.

Enquanto refazia meu currículo, comecei a pensar em como algumas coisas mudaram desde o último que eu fiz. Agora tenho a serumaninha (a maior mudança de todas), estou quatro anos mais velha (eita!) e cursando Pedagogia. Também sou formada em Comunicação Social.

Comecei a listar também os possíveis empregos que eu não penso em aceitar:

Empregos na área de jornalismo- Apesar de gostar de escrever e de outros aspectos relacionados a profissão, eu não pretendo mais trabalhar nesta área. Muito competitiva, com horários muito puxados e egos extremamente inflamados. Definitivamente só aceitaria se fosse um projeto, um freela ou algo muito interessante mas que tivesse dia eu hora para acabar. Ficar presa em escritório o dia todo, não mais!!!

Empregos fora da minha área de formação- Já aceitei muitos! Para quê ter um diploma se você não trabalha na área em que se formou? Parece óbvio,mas quando as dificuldades e as contas aparecem, a coisa pode  mudar de figura. Não vou dizer que não aceitaria, se o salário fosse exorbitante, hahahaha. Mas do contrário, está fora das listas de possibilidades.

Agora vamos aos meus sonhos de consumo na área empregatícia ( hehehe)

Empregos na área de educação- Amo esta área!Quero muito trabalhar em sala de aula,ser professora. Muitas vezes isto me assusta um pouco. Penso que não tenho mais o vigor de antes para encarar uma turminha de crianças cheias de energia. Eu tenho uma em casa que me deixa de bateria descarregada. De qualquer forma, tenho muita vontade de estar neste ambiente escolar. Se não for trabalhando em sala de aula, poderia ser em projetos culturais por exemplo. Eu adoraria e ainda poderia utilizar minha primeira formação no meu trabalho.

Concursada- Está aí o sonho de muita gente!! Estabilidade financeira e um salário legal. Pretendo prestar concursos apenas na área de educação. Uma das coisas que mais me atrai além da questão de gostar da profissão, é a carga horária, que costuma ser menor do que em  outros empregos. Está certo que professor leva muito trabalho para casa, mas é inegável que a gente tem mais possibilidade de organizar a vida de acordo com a carga horária de trabalho do que em outras profissões. O salário na área de educação não costuma ser dos mais atrativos, mas eu acredito que para mim  mesmo assim,vai ser bem interessante.

Uma coisa eu sei, independente de qual será meu primeiro emprego pós maternidade. Eu quero fazer algo que eu goste de verdade. Algo que me impulsione a deixar minha casa e minha filha na escola por algumas horas. Se não for para ser assim, eu nem saio!

Já trabalhei em coisas que eu detestava, somente para ter um salário no final do mês. Claro que dinheiro é necessário, ninguém está sendo ingênua aqui. Porém o prazer de fazer aquilo que gostamos, eu ainda acredito que deve ser muito levado em consideração.

 Também me sinto feliz porque essa provável volta ao trabalho não vai trazer o sofrimento que eu temia antes. Agora minha serumaninha está com três anos e pede para ir para a escolinha. Tenho certeza de que ela vai gostar muito. Além disto, o temido horário integral eu já descartei. Não estou julgando pois cada família sabe de si. Mas para mim, criança tem que ficar em casa a maior parte do tempo. Tem que brincar, correr e se sentir acolhida. E isto por mais que possa fazer na escola, nunca é a mesma coisa. Me sinto  orgulhosa de ter ficado estes três anos por conta da minha filha. Não foi nada fácil,mas com certeza valeu a pena!

E que venham boas oportunidades!

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Meu filho está com febre. E agora?

Olá!

Você é daquelas mães que quando o filho está com febre já tem um pequeno enfarto?

Calma!!!

O Drº Christian Helfstein, Pediatra, apresenta dicas preciosas para o cuidado com as crianças que apresentam esta condição.

 

Alô Doutor

 

O Drº Christian Helfstein é graduado pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas).

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Redes Sociais 

Blog: Pediatria Virtual Clique Aqui

You Tube: Christian Helfstein- Pediatria – Clique Aqui

Facebook – Clique Aqui

Os tipos de “chá” no mundo das mamães ♥

Olá!

A expectativa para a chegada de um bebê traz muita alegria e confraternizações.

Hoje vamos listas os tipos de comemorações muito populares no mundo das mamães.

Chá de Bebê- Os convidados podem levar diversas lembrancinhas para o bebê. Pode ser uma roupinha, um sabonete, shampoo, lenços umedecidos. Este chá é feito um pouco antes da chegada do bebê. A futura mamãe com certeza ficará feliz com tantos presentes!

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Chá de Fralda– Uma versão do chá de bebê. Porém os convidados trazem fraldas para dar aquela ajuda para os pais. O ideal é que sejam mesclados tamanhos diferentes entre RN (número menor de pacotes já que os bebês crescem muito rápido), e P,M e G.

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No site da Pampers você encontra diversas brincadeiras para organizar o chá de fraldas do seu bebê ou até mesmo de uma amiga.

Saiba mais Clicando Aqui

Chá Revelação– Febre entre as mamães atualmente, o chá revelação tem o objetivo de convidar familiares e amigos para revelar o sexo do bebê que está a caminho. Pode ser feito em duas versões: Uma em que os pais só ficam sabendo do sexo do bebê no chá e uma em que somente eles sabem e contam aos convidados no dia.

Para que o segredo fique bem guardado, é necessário que o casal escolha alguém de confiança que deverá saber do médico no dia do ultrassom qual será o sexo do bebê.

Existem diversas formas de revelar: Pode ser no recheio de um bolo, com as cores azul ou rosa, com fumaça, com balões… Fica bem legal e criativo.

Podem ser feitas brincadeiras em que os convidados tentam adivinhar o sexo do bebê.

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Chá revelação da nossa leitora Ana Paula 

Chá Body- Este tipo de chá é bastante comum nos Estados Unidos. Os convidados levam bodys lisos (sem estampas) que deverão ser personalizados na hora. Assim, o bebê ganhará um presente original e personalizado, cheio de amor!

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Estas imagens são do blog Que Se Ame  Clique Aqui. Lá também você encontra idéias muito legais para fazer o seu chá de body.

Gostou das nossas sugestões?

Agora é só aguardar com muito amor e carinho a chegada de mais um serumaninho.

Quer que seu chá de fraldas, de bebê, chá revelação ou chá body apareça aqui no blog? É só entrar em contato. Vamos adorar! ♥♥

 

O lindo Chá Revelação da Ana!♥♥

Olá!

O nosso Vamos Ter uma Festinha de hoje é muito especial. Um chá revelação para lá de lindo feito com todo carinho por uma amiga linda de viver!

A mamãe Ana Paula se encarregou de preparar cada detalhe do chá revelação. Ela já é mamãe de um lindo e esperto serumaninho de três anos: O Arthur!

Decoração,lembrancinhas, tudo foi pensado e confeccionado por ela e ficou simplesmente perfeito!

Desejamos a toda esta família muito querida toda sorte de bênçãos!

Ah, e antes que vocês não se aguentem de curiosidade:

Vem aí uma linda princesa (cujo nome está sendo escolhido com muito carinho)!

Muito obrigada pela gentileza de compartilhar seu chá com a gente amiga!

♥♥

Olha a lindeza da decoração

Olha a Ana aí toda linda!

Mamãe e papai ♥

Família Linda!

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Muito amor!

Quer ver sua festinha aqui no blog? É só entrar em contato. Vamos adorar!

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O Livro que eu Li- Por: Ceia Morais

Olá!

Vamos de  incríveis sugestões de livro e atividade?

Vamos!!!

 O livro escolhido deste mês é Corda Bamba, da autora Lygia Bojunga.

           As luzes se acendem (ou se apagam) e o espetáculo começa. Tem palhaço, malabaristas e equilibristas, contorcionista e engolidores de fogo, tem o globo da morte, e quando podia (hoje a utilização de animais selvagensé proibido por Lei), tinha um maluco dentro da jaula de um leão, Ahhh! O circo. Acredito que são poucos os que dirão: Eu não gosto.Eu gostava de tudo, inclusive do algodão doce, dos amendoins e da maça do amor (trem duro de comer).

            Mas na história escolhida para resenhar aqui no blog, embora tenha o circo como pano de fundo,a abordagem gira em torno de um fato da vida real de uma menina, artista de circo, já que, é depois que o espetáculo termina, depois que os personagens estão de cara limpa e despidos de todo encanto que o circo traz, que a vida acontece de verdade. E nem sempre ela é fácil. Palhaços também choram. Acha que não?

            Em Corda Bamba, Lygia Bojunga Nunes, nos apresenta a vida de Maria por trás do picadeiro. A menina perde a memória após seus pais falecerem em um acidente de trabalho no circo, onde moravam e trabalhavam, mas a autora vai tecendo sua narrativa, abordando o tema perda (morte) com muita sensibilidade. Não se preocupem!

            Nessa história, o equilíbrio da linguagem na construção da estória, é também o símbolo usado para enfatizar que a vida é uma corda bamba, por onde vamos nos equilibrando para enfrentar os problemas diários para sobreviver. E o fato de a narrativa ser costurada entre o real e o imaginário, permite grande ludicidade ao abordar um tema “pesado” de forma leve e agradável para as crianças.

                A magia da arte circense é usada nessa história para falar das realizações pessoais e nos enfrentamentos e soluções de situações difíceis. No caso de Maria, a corda bamba representava a dor e a superação. Dor, pois foi a corda bamba que tirou a vida de seus pais. Entretanto, através de uma corda bamba, esticada entre o prédio em que morava e o prédio de seu vizinho, que a menina se depara com várias portas e, atrás de cada uma delas encontra detalhes de sua vida e, aos poucos, vai organizando cada cômodo de seu passado, relembrando e superando traumas que a ajudam a dar os primeiros passos para recuperar a memória e abrir uma porta de esperança em relação ao seu futuro.

            Uma narrativa leve para ser compartilhada por todos da família, uma vez que, ao fazer a leitura do imaginário de Maria, não temos como serventia apenas o prazer em ler uma boa história, mas revela-nos uma realidade própria do ser humano, que é o autoconhecimento, o entendimento dos fatos e das pessoas, para que assim, possamos reconhecer a nós mesmos.Criar uma identidade.

            Uma história que até parece triste, mas na verdade, revela-nos que, caminhar pela corda bamba pode ser uma forma de encontrar o equilíbrio em nosso dia a dia.

Saiba mais sobre a autora Clicando Aqui

Adquira o livro Clicando aqui

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Quer uma sugestão de atividade para fazer com seus serumaninhos?

Aqui tem!

O objetivo é desenvolver as habilidades motoras na idade certa é de grande importância para o desenvolvimento da criança e terão reflexos positivos ao longo da sua vida. Por isso, sugerimos 3 atividade que ajudarão a trabalhar essa habilidade de uma forma bem simples.

Pular Corda

Habilidade locomotora: pular

Com essa simples brincadeira pode-se trabalhar conteúdos relacionados ao ritmo e a expressão corporal. Mostra-se importante como forma de promover situações de ensino e aprendizagem ricas no sentido da construção de habilidades corporais básicas, locomotoras, por exemplo. No desenvolvimento de dinâmicas de produção em pequenos grupos. É interessante e divertida e leva a valorização da cultura lúdica tradicional de nosso país.

Andar sobre a corda

Habilidades de estabilização – equilíbrio

Estique uma corda do chão e oriente a criança a caminhar sobre ela alternando um pé na frente do outro.

O equilíbrio é uma habilidade importante até mesmo para andar, até mesmo nos esportes como Ginástica Olímpica, surfe, skate, atividades circenses, etc. Constituem a base para as outras habilidades locomotoras e manipulativas porque todo o movimento envolve um elemento de equilíbrio.

Dar nós

Coordenação motora fina

Está relacionada à agilidade manual, onde os movimentos são mais específicos e envolvem pequenos grupos musculares. Os movimentos se caracterizam através da preensão (mãos e dedos) imposta pelo sujeito em contato com o objeto ou instrumento.

Lembre-se de adaptar a atividade de acordo com a faixa etária. Se for fazer a atividade em grupo, pode-se promover uma competição: quem vai conseguir dar mais nós na corda, quem vai pular por mais tempo e quem percorre a maior distância em cima da corda são algumas opções.

 

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350,360,68… A história de um embriãozinho que virou estrelinha…

Olá!

Nunca fui amiga dos números. Eu sempre fui simpatizante mesmo das letras. E depois do que ocorreu comigo há uns dias,fiquei ainda mais distante deles.

Trezentos e cinquenta,trezentos e sessenta e 68 são as quantidades de hormônio HCG dos meus exames de gravidez. Exames de uma gravidez não evolutiva ou química.

Gravidez química? Que bicho é este?

Calma que eu explico. É quando ocorre a fecundação mas por algum motivo,o óvulo não implanta no útero. Sendo assim, você tem o que os médicos chamam de gravidez química,já que ao menor sinal de fecundação,o corpo começa a produzir HCG, o hormônio da gravidez.

Meu médico disse que como o HCG estava baixo e eu estava tendo um sangramento, era preciso repetir o exame. Se aumentasse e ficasse acima de 1000, a gente começaria o pré natal. Se não…

Bem, o segundo exame aumentou bem pouco e ele foi taxativo no diagnóstico.

Gravidez não evolutiva! Questão de tempo para o abortamento!

Que raiva eu senti daquele médico! Abortamento? Que palavra forte e feia! Aumentou um pouco e se aumentou, tem chance ainda…

Eu pensava e acreditava do fundo do meu coração que ele estava enganado e procurava a todo momento no google:

“Beta baixo e gravidez evoluiu”

“Sangramento e gravidez prossegui normal”

Etc,etc, etc

Qualquer coisa que me desse um fio de esperança de que aquele embrião estaria bem lindo e vivo no meu útero…

Não estava…

Dias depois, outro beta. Eu nem tive coragem de ver. Fechei os olhos e pedi meu marido para olhar. Ele olhou e não me disse nada!

Horas depois eu olhei…

68!

Pronto, tudo terminado! Não foi desta vez!

Pouco tempo depois,procurei outro médico e ele me passou um ultrassom. E ainda pediu errado: obstétrico e não endovaginal,que seria o correto.

Chegando na clínica, eu já sabia que não haveria bebê na barriga,mas no fundo,no fundo eu acreditava em um milagre. Eu que já havia passado por um parto traumático sempre pedia a Deus que numa próxima gravidez tudo fosse lindo e tranquilo! Mas… não foi assim.

Enquanto esperava  a minha vez de ser atendida vi dois casais “grávidos”. Alegres, conversando… Exatamente como eu e meu marido quando íamos ver a Helena na barriga.

Mas agora era diferente. Na última vez em que estive naquela clínica ouvi o coração da minha filha bater pela primeira vez… Ironia do destino estava eu lá de novo para “não ver” e não escutar o coração do irmão dela…

O barulho da sala de ultrassom,os corações dos outros bebês batendo forte me fazia pensar que talvez aqueles números de um exame não significassem nada e que eu ainda estivesse grávida.

 Minha vez de ser atendida…

Uma moça toda simpática me fala:

“Vamos ver como está seu bebê?”

Eu rapidamente respondo:

Não tem bebê aí não moça!

Ela meio sem graça retruca:

“Olha que tem heim”.

“Não tem não moça,tenho certeza”.

Coitada, deve ter ficado desconsertada com a minha resposta.

Quando o médico chega e começa a passar o aparelho,não há som! Nenhum som e nem sinal de gravidez:

“Útero limpo, se havia algo aí, a natureza já fez a sua parte…”

E foi assim, que eu recebi a notícia de que o tão sonhado irmão da Helena não estava mais a caminho…

Mais uma vez a tal ironia do destino: Fiquei sabendo o resultado do primeiro beta no dia das mães (não sei porque o laboratório não liberou no mesmo dia) e provavelmente o bebê nasceria próximo ou até mesmo no dia do meu aniversário!

Eu que já havia chorado tanto,prometi não mais chorar. Liguei para meu marido, que ficou em casa cuidando da serumaninha e dei a notícia. Parecia calma e serena…

Mais tarde… eu desabei… Chorei… chorei e chorei!

E com o choro,veio a culpa…

O que eu fiz de errado? Será que foi o ácido fólico que eu esqueci de tomar? Será que foi o café que eu tomei demais?

Será…

Foi tão rápido o tempo entre a descoberta e a perda que nem minha família ficou sabendo (só ficarão se lerem este blog)… Pensando bem, foi melhor assim. A dor de ter que explicar várias vezes que o bebê que estava ali, não está mais,é terrível.

Hoje eu entendo perfeitamente aquela história de que você só consegue compreender certas coisas quando vivencia.

Não importa se foi “bem no comecinho”. Não importa se vou ter mais um filho ( e eu espero que Deus ainda me conceda esta graça). Eu sempre vou pensar nesse bebê… Seria menino, seria menina? Ia parecer comigo ou ser o xerox do pai que nem a Helena?

Bom… mais de um mês depois eu ainda conto as semanas… Onze semanas…. seriam onze semanas…

Tudo isto me mostrou como a vida é frágil e a felicidade efêmera. Num dia o positivo, no outro…

Mas vamos lá, vamos em frente!

Meu embriãozinho virou estrelinha!

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Saudade é o amor que fica

Olá!

Ultimamente tenho ficado tanto em casa que ao menor sinal de convite para sair, eu nem pisco o olho e aceito. E não estou falando  de ir ao supermercado para fazer as compras da semana não. Estou falando de eventos, festinhas familiares, chás de panela, noivados, casamentos! Tudo,tudo aquilo que antes de ser mãe eu corria léguas,agora estou aceitando com prazer!

Quando a gente para de trabalhar fora (sim,porque o trabalho em casa nunca acaba), com o tempo começa a sentir muita,muita,mas muita falta mesmo de sair, de ver gente!De usar uma roupinha melhorzinha que não seja aquele pijama que já está quase andando sozinho de tão velho. E aí você começa a valorizar aspectos que há muito tempo  nem fazia questão.

Dias atrás eu fui em um almoço da minha família. Não estou falando de pai,mãe e irmãos não. Estou falando de família em uma concepção mais ampla da palavra. Tios,tias,primos e afins.

Ver todo mundo ali na casa dos meus  avós paternos(já falecidos) me remeteu a minha velha infância vivida nos  anos 80! Caraca! Como eu brinquei ali! Como eu corri! Me diverti! Fui feliz!

Eu que forçadamente estou morando em um apartamento (detesto!), vi naquela casa com quintal (coisa raríssima hoje em dia) cada pedacinho da minha infância. Percebi nos rostos já não tão jovens dos meus primos, agora casados, agora pais e mães de família, um tempo bom que como diz aquela música, não volta mais.

E assim foi… Um misto de saudade,alegria,melancolia…

Mas como diz aquela frase…

Saudade é o amor que fica… (Rogério Brandão).

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Alimentos que aumentam a fertilidade

Olá!

Hoje vamos falar de um assunto muito importante para quem tem o desejo de ser mãe:  a fertilidade!

Então para dar aquela forcinha o Meu Serumaninho listou  alimentos essenciais para aumentar a fertilidade do casal. Pense que seu futuro bebê é uma sementinha que precisa de um bom terreno para florescer e crescer.

Vamos lá?

Cenoura, batata doce,abóbora e agrião

Vitamina C – Pimentão. Kwui,tomate e frutas cítricas

 Couve, ovos,vegetais verdes folhosos e cereais integrais 

Alimentos ricos em Zinco – Carne, peixes, ostras

Beterraba, frutas cítricas, aveia

Nozes (muito bom para melhorar a qualidade dos espermatozoides)

Linhaça e Inhame (ótimos para produzir muco cervical e estimular a ovulação)

Abacaxi e gelatina sem sabor (ótimos para serem consumidos após o período fértil na fase da implantação do embrião).

 

Então vamos la? Mudando a alimentação em 3…2… 1

 

Que venham muitos positivos!

♥♥

 

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